A Série A começou com 11 técnicos brasileiros e 9 estrangeiros, mas chegou à 28ª rodada com 15 treinadores do Brasil e apenas 5 de outros países. A mudança ocorreu em meio a 18 demissões no campeonato e à escolha de profissionais brasileiros para todas as cinco substituições mais recentes.
No início da competição, os estrangeiros eram 5 argentinos, 2 portugueses, 1 colombiano e 1 uruguaio. No cenário atual, são 4 portugueses e 1 argentino. A chegada de Eduardo Baptista ao Internacional completou a configuração de 15 brasileiros e 5 estrangeiros.
18 demissões em 28 rodadas
As trocas começaram na 3ª rodada, com Jorge Sampaoli no Atlético-MG e Fernando Diniz no Vasco. Na 4ª rodada, Juan Carlos Osorio deixou o Remo, Filipe Luís saiu do Flamengo e Hernán Crespo foi demitido pelo São Paulo.
Tite deixou o Cruzeiro na 6ª rodada; Juan Pablo Vojvoda, o Santos na 7ª; e Martín Anselmi, o Botafogo na 8ª. Depois, Gilmar Dal Pozzo saiu da Chapecoense na 9ª rodada, e Dorival Júnior deixou o Corinthians na 10ª.
Roger Machado foi demitido pelo São Paulo na 15ª rodada. Fábio Mathias saiu da Chapecoense na 17ª; Renato Gaúcho, do Vasco, na 18ª; Luis Zubeldía, do Fluminense, na 22ª; e Franclim Carvalho, do Botafogo, na 23ª. Na 27ª rodada, Luís Castro deixou o Grêmio e Léo Condé saiu do Remo. Paulo Pezzolano foi demitido pelo Internacional na 28ª.
Técnicos atuais
O Athletico-PR é comandado por Odair Hellmann, e o Coritiba tem Fernando Seabra. Também estão na Série A Eduardo Domínguez, no Atlético-MG; Rogério Ceni, no Bahia; Tite, no Botafogo; Vágner Mancini, no Bragantino; Rafael Lacerda, na Chapecoense; Fernando Diniz, no Corinthians; Marcão, no Fluminense; Renato Gaúcho, no Grêmio; Rafael Guanaes, no Mirassol; Thiago Carpini, no Remo; Cuca, no Santos; Dorival Júnior, no São Paulo; e Jair Ventura, no Vitória.
Entre os estrangeiros estão Artur Jorge, no Cruzeiro; Leonardo Jardim, no Flamengo; Abel Ferreira, no Palmeiras; e Pedro Emanuel, no Vasco, todos portugueses, além de Eduardo Domínguez, argentino, no Atlético-MG.
As cinco substituições mais recentes tiveram técnicos brasileiros como escolhidos. O movimento aparece em um contexto de maus resultados e de equipes dentro ou perto da zona de rebaixamento.



