O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, afirmou que Gabigol está incluído no planejamento do clube para 2027. O atacante tem contrato de empréstimo com o Cruzeiro até dezembro, e a continuidade no time dependerá das negociações e do cenário financeiro do Santos.
Marcelo Teixeira disse que Gabigol e outros jogadores fazem parte dos planos, mas que os contratos foram mantidos até o fim do ano por causa do processo eleitoral e da situação dos próprios atletas. A diretoria, segundo ele, deve iniciar as tratativas para tentar preservar o grupo, especialmente os jogadores identificados com o clube.
“ao menos, jogadores que estejam muito identificados, como é o caso do Gabriel”, afirmou o presidente.
A possibilidade considerada pelo Santos é tentar mais um ano de empréstimo junto ao Cruzeiro. O clube mineiro paga parte do salário de Gabigol, enquanto o Santos complementa os vencimentos. Marcelo Teixeira afirmou que o valor total recebido pelo atacante é alto para os padrões do futebol brasileiro e que, em uma negociação anterior, houve a possibilidade de contratação definitiva. O acordo não avançou porque o orçamento santista não comportaria o valor integral.
Desempenho e cenário financeiro
Gabigol soma 21 gols e dez assistências em 42 partidas pelo Santos. No último sábado, deu o passe para Rony marcar contra o Remo e fez o gol da vitória por 2 a 1, no Mangueirão, pelo Brasileirão.
O resultado levou o Santos ao quarto jogo vencido na competição, sequência que, conforme Marcelo Teixeira, não acontecia desde novembro de 2019. O presidente também comparou a recuperação do atacante no clube ao que ocorreu com Neymar, destacando a identificação de Gabigol com o Santos, a torcida e a história da equipe.
A situação financeira pode influenciar a negociação. Marcelo Teixeira afirmou que o Santos não terá os valores de caixa da Sul-Americana e da Copa do Brasil, torneios dos quais foi eliminado recentemente, e mencionou a possibilidade de atrasos nos direitos de imagem dos jogadores.
O dirigente disse ainda que a diretoria atuará dentro de um limite e aguardará o processo eleitoral para definir a continuidade dos contratos.



