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Motoboy é morto a tiros pelo genro policial durante discussão em Guarulhos

Fábio de Lima, de 45 anos, foi baleado na garagem de casa; policial foi preso e teve a prisão convertida em preventiva.

Motoboy é morto a tiros pelo genro policial durante discussão em Guarulhos
Foto: Reprodução

Fábio de Lima, de 45 anos, morreu após ser baleado pelo próprio genro, um policial, durante uma discussão familiar na garagem da casa onde morava. O caso ocorreu na última quinta-feira (25), em Guarulhos, na Grande São Paulo. O atirador foi preso em flagrante e, depois, teve a prisão convertida pela Justiça em preventiva.

A vítima trabalhava como motoboy. Segundo familiares, o desentendimento começou por causa da forma como Fábio estacionou a moto. A viúva, Paula Santos, afirmou que o carro bateu no veículo e que os dois homens passaram a discutir. De acordo com ela, Fábio avançou para agredir o genro, que reagiu.

“Ele destruiu a família toda. Eu fiquei sem marido e sem um pai pra minha filha”, disse Paula. Ela também relatou que a filha do casal, de 5 anos, presenciou a morte do pai.

O disparo atingiu o abdômen de Fábio. Testemunhas disseram à polícia que ele permaneceu caído por cerca de 40 minutos até a chegada do resgate e não resistiu aos ferimentos. A Secretaria Municipal da Saúde de Guarulhos informou que as equipes receberam inicialmente um endereço incorreto. A pasta afirmou que a UTI móvel foi acionada às 16h16 e chegou ao local às 16h39, após um intervalo de 23 minutos.

Versões sobre o disparo

Conforme o boletim de ocorrência, Mateus declarou que atirou depois que o sogro tentou tomar sua arma. Ele afirmou ter ordenado que Fábio se afastasse e soltasse a pistola antes de fazer o disparo.

Testemunhas ouvidas pela Polícia Civil contestaram essa versão. Uma delas disse não ter ouvido advertência, ordem de parada ou aviso de que o policial estava armado. Segundo esse relato, o agente apenas se afastou de Fábio e atirou.

Familiares afirmaram ainda que já havia conflitos anteriores entre os dois. Paula disse que o genro provocava Fábio com frequência. A Polícia Civil informou que não reconheceu, naquele momento, elementos suficientes para aceitar a alegação de legítima defesa e manteve a prisão em flagrante.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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