SÃO PAULO — O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera a disputa pelo governo de Minas Gerais, com 37% das intenções de voto no primeiro turno, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11). Patrus Ananias (PT), ex-prefeito de Belo Horizonte, tem 13%, enquanto Alexandre Kalil (PDT), também ex-prefeito da capital mineira, aparece com 11%. Os dois estão tecnicamente empatados na segunda colocação.
Nas simulações de segundo turno, Cleitinho supera os dois adversários. Contra Kalil, o senador registra 54%, ante 29% do pedetista. No cenário com Patrus, Cleitinho tem 59%, enquanto o petista soma 24%.
A pesquisa ouviu 1.204 eleitores de Minas Gerais entre terça-feira (8) e quinta-feira (10), em entrevistas presenciais realizadas em pontos de fluxo populacional. A margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código MG-01611/2026.
Na pesquisa anterior, realizada em agosto, Cleitinho tinha 32%. Kalil e Patrus apareciam com 12% cada um.
Entre os demais nomes testados, o governador Mateus Simões (PSD), Gabriel Azevedo (MDB) e Flávio Roscoe (PL) têm 4% cada. Túlio Lopes (PCB) registra 3%. Ben Mendes (Missão) e Rafael Duda (PSTU) aparecem com 1%, assim como Henrique Áreas (PCO). Indira Xavier (UP) não pontua.
Brancos e nulos somam 11%, e 10% dos entrevistados não sabem em quem votar. Na pesquisa espontânea, Cleitinho tem 22%, Patrus, 5%, e Kalil, 4%. Romeu Zema (Novo) aparece com 2%, e Mateus Simões, com 1%. Os indecisos são 53%.
Patrus tem a maior rejeição, com 30%, seguido por Kalil, com 24%. Flávio Roscoe soma 16%, enquanto Simões, Cleitinho e Ben Mendes registram 15% cada.
Avaliação do governo
A gestão de Mateus Simões é considerada boa ou ótima por 20% dos eleitores. Outros 41% a avaliam como regular, e 18% classificam o governo como ruim ou péssimo. Não souberam responder 21%.
Em agosto, os índices eram de 23% para avaliações positivas, 37% para regular e 15% para negativas. Sobre a aprovação, 37% disseram aprovar o governo, contra 38% que afirmaram desaprovar. Em agosto, os percentuais eram de 41% e 32%, respectivamente. Não souberam responder 25%, ante 27% no mês anterior.



