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Política

Gustavo Mendanha defende mais recursos aos municípios e menos emendas impositivas

Candidato ao Senado também falou sobre saúde, jornada 5×2, maioridade penal e mandato fixo para ministros.

Gustavo Mendanha defende mais recursos aos municípios e menos emendas impositivas

O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia e candidato ao Senado Federal Gustavo Mendanha (PRD) defendeu a rediscussão do Pacto Federativo e a ampliação dos repasses aos municípios. Na avaliação dele, o aumento dos recursos diretos deveria ser acompanhado pela redução do valor das emendas impositivas.

Durante entrevista nesta segunda-feira (7), Mendanha afirmou que os municípios não deveriam depender de emendas parlamentares para acessar recursos básicos. Ele defendeu que os prefeitos tenham mais autonomia para estabelecer as prioridades de cada cidade.

“Sou a favor de rediscutir o Pacto Federativo. Acho que nós teríamos que aumentar o repasse para os municípios e reduzir o valor das emendas”, declarou.

A posição também foi associada à proposta do candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD), que prevê um corte de R$ 100 bilhões no Orçamento, com R$ 50 bilhões provenientes das emendas impositivas. Mendanha disse não ser contrário às emendas, mas defendeu critérios para a distribuição dos recursos, com fiscalização dos órgãos de controle.

Para o candidato, o Poder Executivo deve conduzir a aplicação dos recursos porque conhece as necessidades locais. Ele afirmou que as indicações precisam considerar as prioridades e as carências de cada cidade e região.

Propostas para o Senado

Mendanha disse que sua candidatura ao Senado está ligada a um compromisso assumido com Daniel Vilela (MDB), candidato ao Governo do Estado, e com Ronaldo Caiado, após sua adesão à base em 2023. Ele afirmou que pretende usar a experiência como prefeito para buscar soluções para problemas municipais e estaduais.

Na área da Saúde, defendeu a revisão da Tabela SUS e o fortalecimento da regionalização do atendimento, com mais recursos para os municípios.

O candidato declarou ser favorável à aprovação da escala 5×2, mas manifestou preocupação com possíveis efeitos sobre pequenas empresas e com o aumento do desemprego. Também apoiou a redução seletiva da maioridade penal, o impeachment de ministros que cometam crimes e um mandato fixo de 12 anos para ministros, como forma de equilibrar os poderes.

Mendanha afirmou ainda que manterá uma relação institucional com o governo federal, independentemente de quem vencer a eleição entre Lula e Flávio Bolsonaro. Segundo ele, a atuação incluirá cobrança, fiscalização e reivindicação de recursos para Goiás. O candidato disse esperar a vitória de Daniel Vilela no primeiro turno e apontou Guilherme de Moraes como o adversário mais difícil em um eventual segundo turno.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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