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Política

Cleitinho aparece na frente em pesquisa para o governo de Minas

Levantamento AtlasIntel mostra senador com 41% das intenções, enquanto Patrus Ananias tem 30%; Lula lidera corrida presidencial no estado.

Cleitinho aparece na frente em pesquisa para o governo de Minas

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) aparece na liderança da disputa pelo governo de Minas Gerais, com 41% das intenções de voto. Patrus Ananias (PT) tem 30%, e Alexandre Kalil (PDT) registra 9,2%. Os dados são da AtlasIntel, que realizou o levantamento entre 30 de agosto e 4 de setembro.

Gabriel (MDB) soma 4,7%; Ben Mendes (Missão), 4,1%; Flávio Roscoe (PL), 4%; e Mateus Simões (PSD), também 4%. Outros nomes reúnem 0,5%. Brancos e nulos representam 0,4%, enquanto 2,2% não souberam responder. Na conta dos votos válidos, Cleitinho chega a 42,1%, Patrus a 30,8% e Kalil a 9,5%.

Cenários de segundo turno

Cleitinho supera os três adversários avaliados nas simulações de segundo turno. Contra Patrus, o senador aparece com 53,4%, diante de 39,3% do candidato do PT. Brancos, nulos e indecisos somam 7,2% nesse cenário.

Na disputa contra Kalil, Cleitinho marca 53,3%, ante 35,5%. Diante de Gabriel, o resultado é de 55,3% para o senador e 21,9% para o candidato do MDB.

Patrus lidera os outros dois confrontos testados. Ele tem 43,4% contra 30,8% de Mateus Simões e 44,3% diante de Flávio Roscoe.

A preferência por uma mudança na administração estadual também aparece no levantamento: 78,9% dizem escolher um candidato que administre de forma diferente da atual. A continuidade é citada por 17%, enquanto 4,1% não responderam.

A gestão de Romeu Zema (Novo), que deixou o cargo em março para disputar a Presidência, é desaprovada por 57,6% e aprovada por 35,7%. Outros 6,8% não sabem. Na avaliação do desempenho do ex-governador, 46,7% classificam sua atuação como ruim ou péssima, 27,1% como regular e 26,2% como ótima ou boa.

Entre os entrevistados, 53% desaprovam o desempenho do governador Mateus Simões, 23% aprovam e 25% não sabem. A administração é considerada ruim ou péssima por 36,8%, regular por 53,1% e ótima ou boa por 10,1%.

Lula lidera corrida presidencial

Luiz Inácio Lula da Silva está na frente na disputa pela Presidência entre os eleitores de Minas Gerais, com 44,3%. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 35,4%, seguido por Augusto Cury (Avante), com 8,9%, e Renan Santos (Missão), com 6,2%.

Romeu Zema tem 1,9%; Ronaldo Caiado (PSD), 1,4%; Samara (UP), 0,6%; e Edmilson Costa (PCB), 0,1%. Brancos e nulos somam 0,7%, e 0,4% não sabem. Entre os votos válidos, Lula tem 44,8%, Flávio Bolsonaro, 35,8%, Augusto Cury, 9%, e Renan Santos, 6,3%.

Lula também lidera os quatro cenários de segundo turno. Contra Flávio Bolsonaro, registra 48,7%, ante 42,1%, com 9,1% de brancos, nulos e indecisos. Diante de Zema, o petista tem 47,6%, contra 46,4% do adversário. A diferença de 1,2 ponto porcentual fica dentro da margem de erro, o que caracteriza empate técnico. Lula também aparece à frente de Caiado, por 48,4% a 41,5%, e de Renan Santos, por 48,6% a 30,5%.

O desempenho de Lula na Presidência é desaprovado por 52% e aprovado por 46%; 2% não sabem. O governo federal é avaliado como ruim ou péssimo por 47,9%, ótimo ou bom por 39,1% e regular por 13%.

Para 52%, o Brasil está no mau caminho; 46% avaliam que o país segue em uma direção positiva e 2% não sabem. Em Minas Gerais, 56% veem um mau caminho, 35% um bom caminho e 8% não sabem.

Na avaliação de imagem, Cleitinho tem 55% de opiniões positivas e 36% negativas. Lula aparece com 44% positivas e 55% negativas; Flávio Bolsonaro, com 41% e 58%, respectivamente; e Zema, com 38% e 55%.

Aécio Neves (PSDB) lidera a lista de rejeição, com 54,2%. Depois aparecem Flávio Bolsonaro, com 48,8%; Lula, com 48,6%; Jair Bolsonaro (PL), com 47,2%; Nikolas Ferreira (PL), com 46,8%; Renan Santos, com 42,1%; e Zema, com 41,3%.

Principais problemas apontados

Educação é citada por 35,1% como um dos maiores problemas de Minas Gerais. Saúde aparece com 33,3%, criminalidade com 31,3% e infraestrutura, incluindo estradas, rodovias e aeroportos, com 30%. Cada entrevistado podia escolher até três opções.

A situação financeira do estado foi mencionada por 26,4%; impostos e carga tributária, por 24%; corrupção, por 17,8%; violência contra a mulher, por 11,9%; e inflação e preços em alta, por 11,1%.

A AtlasIntel ouviu 1.804 eleitores de Minas Gerais entre 30 de agosto e 4 de setembro, por recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral tem os protocolos MG-01579/2026 e BR-05852/2026.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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