Gabriel Bortoleto afirmou que passou a sentir mais medo de voar com o passar dos anos na Fórmula 1. O piloto da Audi contou que a rotina de viagens, com horas dentro de aviões e mudanças constantes de país, está entre as partes mais difíceis da profissão.
Apesar do desconforto, Bortoleto reconhece que a carreira permite conhecer diferentes lugares e visitar locais bonitos. Ele resumiu a relação com as viagens como uma mistura de amor e rejeição: “Eu não gosto de voar, e a cada ano que passa, fico um pouco mais com medo”.
Como Bortoleto lida com os voos
O brasileiro explicou que mudou seus hábitos durante as viagens. Antes, conseguia dormir logo após embarcar. Agora, prefere permanecer atento no começo do voo, esperar a decolagem e verificar se a turbulência passou antes de relaxar.
“Então, se tudo correr bem, posso dormir ou assisto a alguma série para passar o tempo”, disse Bortoleto. O piloto também afirmou que, depois dessa fase inicial, consegue descansar ou assistir a uma série durante o trajeto.
Após passar boa parte do ano entre aeroportos, hotéis e autódromos, Bortoleto considera ideal um fim de semana sem compromissos. A preferência é ficar em casa, dormir, descansar e comer bem, longe da movimentação da Fórmula 1.
Mesmo valorizando essa pausa, o piloto mantém o foco no projeto que desenvolve com a Audi. O principal objetivo, segundo ele, é conquistar o campeonato mundial pela equipe. Caso o planejamento da Audi siga como previsto, Bortoleto terá algumas temporadas para tentar alcançar essa meta antes mesmo de 2030.



