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Ancelotti mantém formação ofensiva no recomeço do Brasil após eliminação

Seleção enfrenta a Austrália em dois amistosos, enquanto a CBF busca recuperar resultados e inicia mudanças no elenco.

Ancelotti mantém formação ofensiva no recomeço do Brasil após eliminação

A Seleção Brasileira inicia amanhã uma nova etapa sob o comando de Ancelotti, com mudanças nos nomes, mas sem alteração no estilo ofensivo adotado na Copa dos Estados Unidos. O primeiro adversário será a Austrália, em amistoso marcado para Towsville.

A equipe deve começar com Hugo Souza; Matheuzinho, Marquinhos, Victor Reis e Douglas Santos; Danilo e Bruno Guimarães; Estêvão, Raphinha, Endrick e Vini Jr. Hugo substitui Alisson, Matheuzinho entra no lugar de Danilo, Victor Reis assume a vaga de Gabriel Magalhães, Danilo ocupa a posição de Casemiro, Estêvão substitui Rayan e Endrick fica com o lugar de Matheus Cunha.

A renovação ocorre depois da eliminação nas oitavas de final da Copa dos Estados Unidos. O Brasil também não conquista uma Copa do Mundo desde 2002. O último título da Seleção foi a Copa América de 2019, disputada no Brasil.

Ancelotti afirmou que a equipe precisa voltar a vencer e que os amistosos podem servir para dar oportunidades a alguns jogadores. “Para nós o importante é jogar bem, é começar a ganhar jogos”, disse o treinador em entrevista coletiva antes da partida.

Opção por um time mais aberto

A principal decisão tática é manter Raphinha e Vini Jr. envolvidos na criação das jogadas, com Danilo e Bruno Guimarães responsáveis pela marcação no meio-campo. A formação deixa a equipe mais exposta aos contra-ataques adversários.

Ancelotti também defendeu a Austrália, que ocupa a 28ª posição no ranking da Fifa. A seleção australiana foi eliminada do Mundial pelo Egito, nos dezesseis avos. O treinador destacou a organização defensiva e a capacidade de contra-atacar do adversário.

Brasil e Austrália voltarão a se enfrentar na terça-feira, em Brisbane. Depois, a Seleção jogará contra a Índia, dia 3 de outubro, em Calcutá. A equipe indiana está na 138ª colocação do ranking da Fifa.

A CBF também enfrenta a pressão dos 12 principais patrocinadores, que bancam cerca de R$ 1,1 bilhão por ano. As marcas usam a Seleção para divulgar seus produtos e dependem de vitórias para manter uma relação próxima com os consumidores.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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