A vitória do Brasil por 4 a 2 sobre a Austrália, nesta terça-feira (29), foi recebida com ressalvas pela imprensa internacional. As análises destacaram as dificuldades da seleção comandada por Carlo Ancelotti, embora o resultado tenha representado uma resposta após o empate no primeiro amistoso.
Na Espanha, o Marca adotou a avaliação mais crítica. O jornal afirmou que Raphinha, Endrick e Vini Jr. evitaram que o Brasil passasse por um vexame. A publicação considerou que o placar não elimina os problemas apresentados pela equipe e avaliou que o triunfo foi construído principalmente pelas decisões de jogadores importantes, e não por uma atuação coletiva de força.
O Guardian, da Inglaterra, também não classificou o desempenho como dominante. A análise ressaltou que a Austrália chegou a ficar à frente por 2 a 1 e que a seleção brasileira precisou marcar duas vezes na reta final para assegurar a vitória. Mesmo com as críticas, o jornal avaliou que o resultado devolveu parte do orgulho ao Brasil.
Na Argentina, o Olé relacionou a partida ao processo de renovação conduzido por Ancelotti. O jornal destacou a presença de jovens como Endrick, Estêvão, Rayan e Andrey Santos e descreveu a equipe como um time de jogo direto e vertical, com as ações ofensivas concentradas nos atacantes.
A análise argentina também reconheceu que o Brasil encontrou mais dificuldades do que o esperado, especialmente no primeiro tempo. Ao mesmo tempo, apontou o poder ofensivo da seleção e classificou a vitória por 4 a 2 como tranquila.



