LA PLATA — O Estudiantes perdeu por 3 a 1 para o Rosario Central neste sábado (26), no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, na final da Supercopa Internacional. O resultado ocorreu antes do duelo contra o Flamengo pela semifinal da Libertadores, e a partida terminou com uma briga entre os jogadores.
O time da casa abriu o placar aos dois minutos, com Alexis Castro. Di María marcou duas vezes no primeiro tempo e virou o jogo para o Rosario Central. O segundo gol foi de pênalti, nos acréscimos. Já nos acréscimos do segundo tempo, Julián Fernández fez o terceiro dos visitantes.
A confusão começou depois desse gol, ainda no gramado, e continuou no caminho para os vestiários. Di María afirmou que o episódio foi lamentável e disse que o Rosario Central iria comemorar a conquista.
Reclamações contra a arbitragem
Os jogadores do Estudiantes reclamaram da atuação de Darío Herrera. O árbitro aplicou cinco cartões amarelos ao time de La Plata e dois ao Rosario Central. A principal queixa foi sobre um lance em que a bola tocou no braço de Ovando dentro da área. O Estudiantes pediu pênalti, mas a partida continuou.
Juan Sebastián Verón, presidente do Estudiantes e ex-jogador da seleção argentina, entrou no campo para protestar.
O Estudiantes receberá o Flamengo no dia 15 de outubro, pela ida da semifinal da Libertadores. O segundo jogo será na semana seguinte, no Maracanã. Fluminense e Palmeiras disputam a outra vaga na final.



