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Jogadores italianos de polo aquático atravessam Shibuya de sunga e geram críticas

Ação promocional do Pro Recco em Tóquio viralizou nas redes sociais e provocou questionamentos sobre nudez pública e possível punição.

Jogadores italianos de polo aquático atravessam Shibuya de sunga e geram críticas

Jogadores de polo aquático da Itália atravessaram a faixa de pedestres de Shibuya, em Tóquio, usando apenas sunga e touca. A ação ocorreu quando o sinal abriu para os pedestres e chamou a atenção de quem estava no cruzamento, considerado o mais movimentado do mundo.

Vestidos com os uniformes de competição e descalços, os atletas foram fotografados por pessoas que acompanhavam a cena. O passeio foi divulgado pelo Pro Recco, clube italiano com histórico de títulos na modalidade. A equipe masculina está em uma turnê pela Ásia, com passagens por China e Japão.

A iniciativa tinha como objetivo promover o time durante a estadia no Japão. Nas redes sociais, porém, usuários questionaram a exposição dos jogadores em espaço público. Parte dos comentários afirmou que a quase nudez poderia ofender a sensibilidade dos japoneses. Também houve perguntas sobre a existência de alguma lei que pudesse ser aplicada ao caso e sobre a possibilidade de punição.

Outro elemento que chamou atenção foi a estampa das sungas. No Japão, os atletas usaram um calção de banho com imagem de samurai. Na China, a peça trazia a figura de um panda.

A publicação do Pro Recco ocorreu na segunda-feira (14), em meio à repercussão de outra ação publicitária envolvendo nudez e esportes. O anúncio de uma casa de apostas esportivas mostra a atriz americana Sydney Sweeney nua, cobrindo partes do corpo com equipamentos esportivos. Atletas criticaram a sexualização das mulheres no esporte e a valorização da aparência acima das conquistas esportivas.

O clube já havia recorrido a uma estratégia semelhante no ano passado, durante uma passagem pelos Estados Unidos. Na ocasião, jogadores foram fotografados sentados em uma viga no topo de um prédio em Nova York, com o Central Park ao fundo. A imagem fazia referência a uma fotografia clássica de 1932, na qual operários aparecem almoçando a centenas de metros do chão.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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