O retorno de Neymar ao Santos já produz efeitos dentro e fora de campo. Neste ano, o atacante soma 9 gols e 5 assistências em 21 jogos, além de participar da formação do elenco e do fortalecimento da marca do clube.
A empresa NR Sports, do pai de Neymar, pagou R$ 12 milhões à Fifa para quitar o transfer ban do Santos. A medida permitiu novas movimentações, entre elas a chegada do lateral Rodinei, liberado pelo Olympiacos, da Grécia, sem custos de transferência para o clube.
A presença de Neymar também ajudou a aproximar outros jogadores. Arthur, ex-Barcelona, Ewerton Cebolinha, que estava no Flamengo, e Phelippe Coutinho, parceiro do atacante desde as categorias de base da seleção brasileira, chegaram na mesma condição: custo zero de transferência.
A chegada de Coutinho
Coutinho estava sem atuar desde a saída do Vasco. O meia acumula mais de 200 jogos pelo Liverpool, da Inglaterra, e mais de 100 pelo Barcelona. Para estrear, ainda precisa recuperar ritmo, mas chega ao Santos para contribuir com o time montado por Neymar, e não como um salvador.
O jogador também é visto como uma aposta de Neymar e do Santos para qualificar o futebol da equipe. A expectativa é que a experiência acumulada ao longo da carreira ajude na construção do novo elenco.
Mesmo com Neymar lesionado, o Santos vem de bons resultados no Brasileirão e na Copa Sul-Americana. Esse desempenho é apontado como o primeiro reflexo, dentro de campo, das mudanças associadas ao atacante.
Na Vila Belmiro, Neymar tenta montar mais um time marcante na história do clube. O Santos já teve Coutinho ao lado de Pelé no ataque, em uma formação que também reunia Dorval, Mengálvio e Pepe. A atual montagem não é tratada como uma repetição daquela equipe, mas retoma a expectativa em torno de grandes jogadores no estádio.



