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André do Rap continua foragido após soltura determinada pelo STF em 2020

Citado por Flávio Dino no Supremo, criminoso deixou a prisão após habeas corpus e não foi localizado desde outubro de 2020.

André do Rap continua foragido após soltura determinada pelo STF em 2020
Foto: Reprodução

André de Oliveira Macedo, conhecido como André do Rap, continua foragido da Justiça há quase seis anos e integra a lista internacional de procurados. Ele foi citado pelo ministro Flávio Dino durante uma sessão do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (15).

Dino lembrou que o então ministro Marco Aurélio Mello determinou a soltura de André do Rap em outubro de 2020. Horas depois, o ministro Luiz Fux suspendeu a decisão e ordenou que ele voltasse à prisão. O criminoso, porém, já havia deixado a Penitenciária de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo.

“É pena que até hoje o André do Rap está foragido”, disse Dino. Fux afirmou, na sequência, que era culpa do Supremo. Dino respondeu que não era responsabilidade de Fux, porque ele havia suspendido a decisão.

Buscas e suspeitas sobre a fuga

André do Rap saiu da prisão em 10 de outubro de 2020, depois que Marco Aurélio Mello concedeu liberdade provisória a pedido da defesa. O argumento era que ele estava preso desde setembro de 2019 sem uma sentença condenatória definitiva.

Condenado a 25 anos de prisão em regime fechado por tráfico internacional e nacional de drogas, ele é considerado pelas autoridades um dos chefes do PCC. O mandado de prisão determinado pelo STF não foi cumprido, e o criminoso passou a ser procurado pela Interpol, pela Polícia Federal e pela Polícia Civil de São Paulo.

Entre 2020 e 2022, as buscas incluíram cidades do litoral e do interior de São Paulo, a região metropolitana, Maringá, no Paraná, além de Paraguai, Bolívia e Colômbia. Em setembro e em outubro de 2025, policiais também verificaram endereços na capital paulista e em São Caetano do Sul, mas não encontraram André do Rap.

Segundo o Ministério Público de São Paulo, ele pode ter seguido até Maringá após deixar a prisão e, de lá, embarcado em um jato particular para um país da América do Sul que faz fronteira com o Brasil. Em 2020, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo montou uma força-tarefa com mais de 600 policiais. Em dezembro daquele ano, a Polícia Federal divulgou 11 fotos com possíveis disfarces do procurado.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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