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Paraná

PF apura suspeita de fraude em contratos do transporte escolar em Duque de Caxias

Operação Faixa Amarela investiga possível superfaturamento, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro em contratos acima de R$ 60 milhões.

PF apura suspeita de fraude em contratos do transporte escolar em Duque de Caxias
Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal iniciou nesta quinta-feira (17) a Operação Faixa Amarela para investigar suspeitas de fraude na licitação do transporte escolar da Prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Os contratos sob apuração ultrapassam R$ 60 milhões e também envolvem suspeitas de desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro.

A PF informou que as possíveis fraudes começaram em 2020 e foram renovadas sucessivamente. Nos 3 primeiros anos, os contratos somaram mais de R$ 62 milhões. A investigação apura uma possível atuação coordenada entre empresários, funcionários públicos e terceiros, com indícios de superfaturamento, pagamentos de vantagens indevidas e ocultação da origem dos valores.

“Os fatos em apuração podem caracterizar os crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato e lavagem de dinheiro”, informou a Polícia Federal.

A Prefeitura de Duque de Caxias, por meio da Procuradoria-Geral do Município, afirmou que nenhum órgão municipal ou servidor em exercício foi alvo de operação policial nesta data. O município declarou ainda que os contratos dos últimos anos foram licitados e auditados por tribunais de contas e outros órgãos de controle. A prefeitura também disse estar à disposição das autoridades para fornecer informações sobre a investigação.

Outra investigação em Duque de Caxias

A Operação Anáfora apurou suspeitas de lavagem de dinheiro proveniente de desvio de recursos públicos da Prefeitura de Duque de Caxias. A PF e a Controladoria-Geral da União investigaram um possível favorecimento na contratação de uma cooperativa de trabalho pela Secretaria de Saúde de Caxias. O contrato e os aditivos ultrapassaram R$ 563,5 milhões em pouco mais de 2 anos.

Na 1ª etapa, há 4 anos, Washington Reis, ex-prefeito de Duque de Caxias e então candidato a vice-governador do RJ na chapa de Cláudio Castro, foi alvo de um dos 27 mandados de busca e apreensão. Na 2ª fase, em junho, foram cumpridos 14 mandados: 10 expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e 4 pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Reis declarou que sempre colaborou com as investigações e que nada havia sido encontrado para desabonar sua conduta.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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