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Agir apoia reeleição de Tarcísio após saída de Policial Edjane

Partido desistiu da candidatura ao governo de São Paulo e decidiu apoiar Tarcísio de Freitas, que busca a reeleição.

Agir apoia reeleição de Tarcísio após saída de Policial Edjane
Foto: Reprodução/TV Globo e Divulgação/Republicanos

O Agir confirmou apoio à reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) depois da retirada da candidatura de Policial Edjane ao governo de São Paulo. A decisão deixa Tarcísio como o único candidato de direita na disputa e pode ampliar as chances de vitória no primeiro turno.

Para vencer nessa etapa, o governador precisa obter mais votos válidos — sem brancos e nulos — do que a soma dos demais candidatos. A expectativa é que parte dos votos destinados a Edjane seja transferida para Tarcísio.

Na pesquisa Datafolha de 11 de setembro, Edjane tinha 3% das intenções de voto e aparecia em terceiro lugar. Na pesquisa Quaest de 8 de setembro, registrava 1%.

A equipe de campanha de Tarcísio agradeceu o apoio do Agir e afirmou que “cada voto conta”. Também declarou que manterá o trabalho até o fim para apresentar as realizações e propostas do governador aos eleitores de São Paulo.

A coligação de Tarcísio reúne dez partidos, responsáveis por 336 deputados federais, o equivalente a 65% da Câmara. Com isso, a candidatura tem o dobro do tempo de rádio e televisão de Fernando Haddad (PT), principal adversário.

Além dos partidos coligados, Tarcísio tem o apoio de PSDB, Cidadania, Novo, Podemos, Democrata e Agir. Ao todo, são 16 partidos. Haddad conta com sete legendas na coligação e não tem apoio de partidos de fora dela. PCB, PCO, PSTU e UP lançaram candidaturas próprias ao governo paulista.

Impasse na candidatura

O diretório do Agir em São Paulo atribuiu a desistência à falta de repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha pela direção nacional. Sem recursos, Professora Nayr Duarte, vice de Edjane, pediu renúncia ao TRE para disputar uma vaga de deputada estadual.

Na sexta-feira (18), o Tribunal Regional Eleitoral indeferiu a candidatura da chapa. A decisão citou documentação insuficiente para comprovar a desincompatibilização de Edjane da Polícia Militar e a certidão criminal exigida para fins eleitorais.

O diretório paulista informou que não recorrerá ao TSE, embora ainda caiba recurso. Edjane afirmou que a desistência ocorreu sem seu consentimento. O Agir-SP também acusou a candidata de pedir doações nas redes sociais mesmo com a candidatura indeferida e classificou a prática como estelionato.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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