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Câmara de Belo Horizonte aprova empréstimo de até R$ 1 bilhão para o Anel Rodoviário

Projeto autoriza a Prefeitura de Belo Horizonte a buscar financiamento para ampliar viadutos, melhorar acessos e instalar passarelas.

Câmara de Belo Horizonte aprova empréstimo de até R$ 1 bilhão para o Anel Rodoviário

A Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou nesta terça-feira (15/9), em 2º turno, o Projeto de Lei (PL) 646/2026, que autoriza a Prefeitura de Belo Horizonte a contratar empréstimo de até R$ 1 bilhão. O financiamento poderá ser feito com o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) ou outra instituição financeira.

Os recursos serão destinados a obras no Anel Rodoviário, incluindo ampliação de viadutos, adequação de alças de acesso, restauração e implantação de passarelas, eliminação de afunilamentos e melhorias estruturais ao longo da via.

Intervenções previstas

Entre os pontos citados no projeto estão a Praça São Vicente, os viadutos Teresa Cristina e São Francisco e o viaduto e os acessos da Avenida Amazonas e da BR-040.

O prefeito Álvaro Damião afirmou que o dinheiro permitirá buscar uma “solução definitiva” para o Anel Rodoviário, que, segundo ele, exige “um amplo e complexo projeto de reengenharia viária”.

A votação teve 40 vereadores presentes. Desses, 36 foram favoráveis ao empréstimo e quatro votaram contra. A Câmara tem 41 vereadores.

Uma emenda da Comissão de Legislação e Justiça incluiu no texto a exigência de que a aplicação dos recursos siga as diretrizes da legislação urbanística, especialmente as do Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG). A medida também prevê que sejam buscadas melhorias na acessibilidade e na segurança viária, com prioridade para áreas de maior vulnerabilidade.

O Anel Rodoviário recebe entre 120 mil e 150 mil veículos por dia e é usado para o escoamento da produção de polos industriais da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Álvaro Damião afirmou que a via tem afunilamentos, falta ou precariedade de acostamentos e descontinuidade de pistas marginais.

O prefeito também citou acessos inadequados às pistas centrais e às vias urbanas interligadas, pontos de ônibus em locais impróprios e quantidade insuficiente de passarelas. Na avaliação dele, essas condições prejudicam o tráfego e aumentam os riscos de sinistros e de travessias inseguras.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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