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Política

Debate reúne quatro candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro

Waguinho, Carlos Portinho, Benedita da Silva e Mônica Benício discutiram STF, universidades, SUS, emprego e segurança pública.

Debate reúne quatro candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro

Waguinho (Republicanos), Carlos Portinho (PL), Benedita da Silva (PT) e Mônica Benício (PSOL) participaram de um debate entre candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro nesta terça-feira (22). O encontro abordou a relação entre os poderes, universidades federais, SUS, trabalho e emprego, emendas parlamentares, segurança pública e retomada de territórios.

Na discussão sobre o Judiciário, Portinho afirmou que o país vive uma crise institucional e defendeu anistia, processos de impeachment contra ministros do STF e mudanças na forma de indicação dos integrantes da Corte. Waguinho propôs mandato de 8 anos para ministros e critérios mais rígidos de escolha. Benedita defendeu a harmonia e a independência entre os poderes, além de mandato, código de ética e regras para evitar conflitos institucionais. Mônica criticou o uso político do impeachment e defendeu a responsabilização por irregularidades com preservação da autonomia entre os poderes.

Os candidatos também apresentaram propostas para as universidades federais. Waguinho defendeu mais investimentos e mudanças na distribuição dos royalties. Portinho falou em integração com o setor produtivo e o mercado de trabalho. Benedita propôs a retomada de investimentos e a ampliação do acesso ao ensino superior. Mônica defendeu orçamento permanente, valorização dos profissionais e políticas de permanência para estudantes de baixa renda.

Saúde, emprego e emendas

No debate sobre o SUS, Waguinho propôs uma reforma no sistema e criticou a distribuição dos recursos federais. Portinho defendeu parcerias entre o poder público e a rede privada. Benedita pediu mais investimentos públicos, enquanto Mônica defendeu ampliação do orçamento, concursos e valorização dos profissionais da saúde.

Sobre trabalho e emprego, Waguinho citou a tributação estadual como obstáculo à atração de empresas. Benedita defendeu proteção aos trabalhadores informais e o fim da escala 6 x 1. Portinho propôs incentivos ao empreendedorismo, ampliação dos limites do MEI e do Simples Nacional. Mônica defendeu direitos para trabalhadores por aplicativo e políticas voltadas ao cuidado e à sobrecarga das mulheres.

Os candidatos divergiram sobre as emendas parlamentares. Waguinho defendeu o fim do modelo atual. Portinho afirmou que os recursos são fundamentais para os municípios e pediu fiscalização de irregularidades. Benedita criticou o crescimento das emendas e pediu transparência. Mônica defendeu rastreabilidade, controle e transparência na aplicação do dinheiro público.

Na segurança pública, Mônica rejeitou o confronto armado e defendeu inteligência, combate à corrupção e fortalecimento dos serviços públicos. Portinho propôs classificar facções como organizações narcoterroristas e endurecer penas. Benedita defendeu maior integração entre União, estados e municípios. Waguinho apoiou a retomada de territórios com planejamento e a valorização salarial dos policiais.

O bloco de temas livres teve críticas de Portinho à reforma tributária e elogios de Waguinho à deputada federal Daniela do Waguinho. Mônica defendeu orçamento específico para o combate à violência contra a mulher. Benedita não utilizou o espaço restante.

Regras do encontro

Os candidatos convidados foram definidos por representação mínima de cinco parlamentares no Congresso Nacional ou por pelo menos 5% de intenções de voto na pesquisa mais recente mencionada no debate. Oito concorrentes confirmaram presença e foram divididos em dois horários: às 9h e às 13h.

O grupo das 9h teve Crivella, Carlos Jordy, Pedro Paulo e Marcos Dias. Às 13h, participaram Waguinho, Carlos Portinho, Benedita da Silva e Mônica Benício. Cada candidato teve 15 minutos de fala, com intervenções de 1:30, além de considerações finais de 1 minuto.

Na eleição, cada eleitor precisa escolher 2 candidatos para o Senado. Não é possível votar duas vezes no mesmo postulante.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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