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Política

Juliete Pantoja propõe reverter privatizações e ampliar presença do Estado no Rio

Candidata da UP ao governo do Rio criticou privatizações, defendeu investimentos públicos e mudança nas operações em comunidades.

Juliete Pantoja propõe reverter privatizações e ampliar presença do Estado no Rio
Foto: Reprodução/TV Globo

Juliete Pantoja, candidata da Unidade Popular (UP) ao governo do Rio de Janeiro, defendeu a retomada da Cedae e uma atuação permanente do poder público em áreas controladas pelo crime. Em entrevista ao RJ1, ela também criticou privatizações e propôs mudanças na política de operações em comunidades.

A candidata afirmou que o que chamou de “caos na economia” do estado é resultado da alternância, há mais de 30 anos, de grupos políticos no comando do Rio de Janeiro. Para ela, o aumento de subsídios a empresas e a transferência de serviços para a iniciativa privada fazem a população pagar mais por serviços de qualidade inferior.

Pantoja citou a Cedae, a energia elétrica e o transporte ao criticar o avanço das privatizações. Ela disse que a Unidade Popular defende uma economia socialista e o fim desse processo. Também relacionou a privatização ao aumento da desigualdade social, afirmando que uma parcela menor da população fica mais rica enquanto os serviços se tornam mais precários.

Propostas para saúde e educação

A candidata defendeu investimentos diretos do Estado em saúde e educação, além da abertura de concursos públicos para as duas áreas. Ela também propôs o pagamento integral do piso salarial das categorias.

Segundo Pantoja, esses investimentos fazem parte de uma política econômica voltada ao atendimento da população, e não aos interesses de um grupo restrito de pessoas ricas.

Segurança pública

Questionada sobre a primeira medida para retomar territórios sob controle do crime, Pantoja defendeu uma política de Estado que assegure a presença do poder público nessas regiões. A proposta inclui ações em educação e saúde, tratadas por ela como componentes da segurança pública.

A candidata afirmou que o enfrentamento da desigualdade social é necessário para ampliar a segurança da população e disse que a política de operações nas comunidades precisa ser encerrada.

As entrevistas ao vivo foram destinadas aos candidatos que alcançaram no mínimo 5% das intenções de voto na pesquisa Datafolha divulgada em 11 de setembro. Os demais cinco candidatos participaram de entrevistas gravadas, com exibição prevista para quinta-feira (17) e sexta (18).

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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