Rogério Marinho pediu que o Senado Federal apure possíveis crimes de responsabilidade e que Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), atue para preservar a normalidade constitucional. As cobranças foram feitas em nota assinada neste domingo (27), em meio às eleições.
O senador, que é líder da Oposição no Senado Federal, acusou o ministro Flávio Dino de favorecer o presidente Lula e seu grupo político. Na avaliação de Marinho, Dino teria desrespeitado regras de competência e distribuição de processos, além da Justiça Eleitoral, em ações que interessariam ao PT.
Críticas à atuação do ministro
Marinho afirmou que o ministro estaria formando uma “jurisprudência de conveniência” para permitir a circulação de conteúdo considerado falso. O senador também comparou decisões e episódios relacionados à atuação de Dino.
“Invoca liberdade de expressão para proteger uma informação contestada”, declarou Marinho. Ele citou ainda uma controvérsia anterior envolvendo a quebra de sigilo para identificar a fonte jornalística de uma foto verdadeira do ministro.
O líder da oposição também falou em desrespeito ao princípio do juiz natural e à distribuição de processos. Para ele, o STF não deve ser usado como instrumento de interferência política durante a disputa eleitoral.
Marinho defendeu que Fachin impeça a transformação da Corte em um tribunal de exceção eleitoral. A nota foi divulgada em 27 de setembro de 2026.



