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Política

Wilder Morais promete zerar fila de cirurgias e vencer no primeiro turno em Goiás

Candidato ao governo de Goiás prevê investimento de R$ 200 milhões na saúde e propõe parcerias com hospitais privados.

Wilder Morais promete zerar fila de cirurgias e vencer no primeiro turno em Goiás

O senador Wilder Morais (PL), candidato ao governo de Goiás, afirmou que espera vencer a eleição no primeiro turno e apresentou propostas para saúde, emprego e desenvolvimento econômico. A declaração foi dada durante uma sabatina realizada nesta sexta-feira (4/9).

Na saúde, Morais disse que pretende eliminar a fila de cirurgias eletivas entre o primeiro e o segundo ano de mandato. Segundo o candidato, cerca de 26 mil pessoas aguardam procedimentos no estado. A proposta prevê a criação do chamado SUS Goiás, com uma tabela de preços para viabilizar parcerias com hospitais privados e entidades filantrópicas. Ele estima aplicar R$ 200 milhões no primeiro ano para atender à demanda.

Ao falar sobre as pesquisas, Wilder afirmou que levantamentos internos apontam crescimento de sua candidatura e disse não considerar a possibilidade de segundo turno. “Nós vamos ganhar no primeiro turno”, declarou. Ele também afirmou que a apuração das urnas será o dado decisivo.

Alianças e disputa presidencial

O candidato apresentou sua chapa como uma união entre o bolsonarismo e o grupo ligado ao ex-governador Iris Rezende. Ao mencionar a vice, Ana Paula Rezende, filha de Iris, Wilder declarou: “Unimos o bolsonarismo e o irismo”. Ele também destacou o apoio recebido de Jair Bolsonaro em sua trajetória até o Senado e a candidatura ao governo.

Na disputa nacional, Morais defendeu Flávio Bolsonaro e afirmou que as citações ao senador no caso Banco Master seriam uma cortina de fumaça. Para ele, Flávio é o melhor nome da direita para enfrentar o PT.

O candidato criticou uma eventual permanência de Luiz Inácio Lula da Silva no governo e disse que não deveria haver mais um dia de administração petista no ano seguinte. Ainda assim, afirmou que, se eleito governador, usaria as ferramentas disponíveis para defender os interesses de Goiás.

Sobre os atos de 8 de janeiro de 2023, Wilder disse que houve uma baderna, mas não golpe. Também criticou o ministro Alexandre de Moraes por sua relação com o caso Banco Master e defendeu a anulação de atos conduzidos por ele.

Morais afirmou que as divergências com Gustavo Gayer foram superadas e citou o deputado, ao lado de Ozeias Varão, como nome de seu grupo para o Senado. Sobre o prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa, que apoia Daniel Vilela, disse ter acreditado nele e o classificou como “sabor direita”.

Para o Entorno do Distrito Federal, prometeu meia passagem no transporte coletivo e polos industriais. A meta, segundo ele, é aproximar os empregos dos moradores e reduzir a necessidade de deslocamento até Brasília.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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