Os índices futuros das bolsas de Nova York operam sem direção única nesta segunda-feira (7), durante o feriado de Labor Day nos Estados Unidos. Por volta de 13h (de Brasília), o Dow Jones recuava 0,67% e o S&P 500 caía 0,19%. O Nasdaq subia 0,09%.
A liquidez dos mercados ficou reduzida com o fechamento das bolsas americanas. Na Europa, Londres terminou o dia com baixa de 0,08%, Frankfurt recuou 0,25% e Paris avançou 0,33%. Milão subiu 0,25% e Lisboa teve alta de 0,32%.
Os preços do petróleo avançaram depois de relatos de novos ataques contra uma refinaria da Saudi Aramco, empresa estatal de petróleo da Arábia Saudita. Às 12h04 (de Brasília), o contrato do WTI para outubro subia 1,83%, a US$ 93,15 o barril. O Brent para novembro avançava 1,5%, a US$ 97,72.
Durante a madrugada, as repercussões de ataques entre Estados Unidos e Irã no fim de semana levaram o Brent a US$ 97,93 o barril, maior nível em dois meses.
Inflação e juros nos Estados Unidos
Os mercados acompanham nesta semana a divulgação de indicadores de inflação que podem influenciar as próximas decisões do Federal Reserve. Na quinta-feira (10), será publicado o índice de preços ao produtor (PPI). Na sexta-feira (11), será divulgado o índice de preços ao consumidor (CPI).
Na sexta-feira (4), o relatório oficial de emprego dos Estados Unidos mostrou a criação líquida de 162 mil vagas em agosto. As estimativas de analistas iam de zero a 125 mil postos, com mediana de 55 mil.
O resultado aumentou as expectativas de elevação dos juros na reunião do Fed marcada para 16 de setembro. A plataforma FedWatch, do CME Group, indicava probabilidade de 39,6% para a manutenção das taxas e de 60,4% para uma alta.
Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta. O Kospi, da Coreia do Sul, subiu 4,61%, e o Nikkei, no Japão, avançou 2,12%. Na China continental, o Xangai Composto ganhou 0,06% e o Shenzhen Composto subiu 1,5%. Taiwan teve alta de 1,67%, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,93%. Na Oceania, o S&P/ASX 200 avançou 0,06%.



