Futuros de Nova York sobem com petróleo em queda antes do payroll
Investidores aguardam dados de emprego dos Estados Unidos e novos sinais do Federal Reserve sobre os juros.
Investidores aguardam dados de emprego dos Estados Unidos e novos sinais do Federal Reserve sobre os juros.
Estimativas apontam recuperação em Peregrino e Papa-Terra, com base em dados da ANP até 24 de setembro.
Mercados de Tóquio, Seul e Taiwan subiram, enquanto a bolsa australiana recuou em meio às incertezas no Oriente Médio.
Mercados aguardam indicadores dos Estados Unidos, enquanto o dólar perde força e os rendimentos dos Treasuries recuam.
Mercados tiveram resultados diferentes, enquanto investidores acompanharam a guerra dos Estados Unidos com o Irã e a alta do petróleo.
Banco mantém visão favorável para ações brasileiras, apesar da possibilidade de juros elevados por mais tempo e da alta dos juros nos EUA.
Dow Jones recua 0,09% no pré-mercado, enquanto impasse entre Estados Unidos e Irã sustenta petróleo e dólar.
Mercados de Tóquio, Seul, Hong Kong e Taiwan caíram, enquanto bolsas da China continental e da Austrália subiram.
Índice recuou 0,26% e encerrou o dia aos 182.991,13 pontos, em sessão marcada por cautela e baixa liquidez.
Índice avança 0,11%, enquanto petróleo sobe no exterior e o mercado acompanha as eleições presidenciais.
Mercado acompanha projeções para inflação e Selic, dados externos do Banco Central e preços do petróleo abaixo de US$ 100 por barril.
Kospi caiu 2,70% e Xangai recuou 1,67%, enquanto Hang Seng e bolsa australiana fecharam em alta.
Mercados da China, de Seul e de Taipé ficaram fechados por feriados; bolsa australiana também terminou em queda.
Dólar avançou 0,49%, fechou a R$ 5,1937 e voltou a acumular alta em setembro, após dois dias de ganhos.
Índices futuros recuam com a alta do petróleo, a força do dólar e a expectativa pela reunião entre Trump e Xi Jinping.
Relatórios do Banco Central e do governo, pesquisa eleitoral e encontro entre Trump e Xi Jinping estão no radar dos mercados.
Índice caiu para 186.721,7 pontos, enquanto a Vamos avançou 4,08% e acumulou alta superior a 27% no mês.
Banco manteve recomendação de compra e vê produção da estatal acima das metas previstas para 2026 e 2027.
Índices futuros de Nova York avançam levemente, enquanto investidores acompanham juros nos EUA, petróleo e dados de atividade.
Investidores avaliaram a possibilidade de um acordo com Teerã enquanto acompanhavam os efeitos do conflito no mercado de energia.