O Ibovespa subia 0,67%, aos 186.477,46 pontos, nesta segunda-feira (21), em uma sessão marcada pela queda forte do petróleo. A Prio (PRIO3) recuava 2,55% e liderava as perdas do índice. Na outra ponta, a C&A (CEAB3) avançava 5,7%, favorecida pela redução dos juros futuros.
A Ágora avalia que a bolsa pode se valorizar em 2027 caso haja ajuste fiscal, mas prevê volatilidade durante o período eleitoral. Para Dalton Gardimam, economista-chefe da corretora, setembro deve ser marcado por mudanças de posicionamento e oscilações.
Petróleo e ações
Os contratos futuros da commodity caíam no exterior com o otimismo sobre a retomada dos fluxos pelo oleoduto Leste-Oeste, na Arábia Saudita, e com os esforços para reabrir negociações entre Estados Unidos e Irã. O Brent para novembro recuava 3,62%, a US$ 100,11 por barril, enquanto o WTI para outubro perdia 4,82%, cotado a US$ 95,47 por barril.
A baixa afetava outras empresas do setor. A Petrobras registrava queda de 0,56% nas ações preferenciais e de 0,21% nas ordinárias. A Brava Energia recuava 0,12%.
Eleições e mercados
A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta manhã mostrou Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro tecnicamente empatados em uma eventual disputa de segundo turno. Lula tinha 46% das intenções de voto, contra 45% de Flávio. Na rodada anterior, de 14 de setembro, os percentuais eram de 47% e 46%, respectivamente.
Nos Estados Unidos, o EWZ, principal fundo de índice de ações brasileiras, subia 1,2%. Até o dia 17, o fluxo de investidores estrangeiros na bolsa acumulava R$ 5,597 bilhões em setembro, conforme o dado mais recente divulgado pela B3.
Em Nova York, Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 avançavam 0,37%, 1,62% e 1,03%. No mercado brasileiro, o dólar caía 0,66%, cotado a R$ 5,11.



