Curitiba, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Curitiba 13°C 11° / 14° Mega-Sena 3064: 4 · 10 · 20 · 25 · 27 · 48
O que acontece aqui, primeiro
Economia

Inadimplência de aluguel em Minas cai para 2,72% em agosto

Índice em Minas Gerais recuou 0,05 ponto percentual no mês e ficou abaixo das médias do Brasil e do Sudeste.

Inadimplência de aluguel em Minas cai para 2,72% em agosto

A inadimplência no pagamento de aluguéis em Minas Gerais caiu para 2,72% em agosto, o menor nível registrado em 16 meses. O resultado representa uma redução de 0,05 ponto percentual em relação a julho, quando o índice estava em 2,77%.

Os dados são do Índice de Inadimplência Locatícia (IIL), da plataforma Superlógica. Na comparação com agosto do ano passado, quando a taxa era de 3,81%, houve queda de 1,09 ponto percentual.

Minas Gerais encerrou o mês com índice abaixo das médias nacional, de 3,11%, e do Sudeste, de 2,86%. Para Manoel Gonçalves, diretor de negócios para imobiliárias do Grupo Superlógica, o resultado indica um cenário mais favorável no mercado mineiro, mas a evolução do indicador ainda precisa ser acompanhada.

“É um movimento positivo, mas ainda é cedo para afirmar que essa trajetória vai se manter”, afirmou Gonçalves. Ele também citou os juros elevados e a pressão do custo de vida como fatores que podem afetar o orçamento das famílias e a capacidade de pagamento dos inquilinos nos próximos meses.

Cenário por região e tipo de imóvel

A taxa de inadimplência do Sudeste subiu de 2,78% em julho para 2,86% em agosto. Na região, os imóveis comerciais tiveram o maior índice, de 3,96%, ante 3,82% no mês anterior. A taxa das casas passou de 3,11% para 3,10%, enquanto a dos apartamentos caiu de 2,01% para 1,93%.

O Centro-Oeste registrou o menor índice regional, de 2,6%, após queda de 0,2 ponto percentual. No Sul, a taxa subiu de 2,67% para 2,70%. O Nordeste teve o maior resultado, com avanço de 4,88% para 5,07%. No Norte, o indicador passou de 4,04% para 4,35%.

No país, a inadimplência subiu de 3,05% em julho para 3,11% em agosto. Entre os imóveis comerciais com aluguel de até R$ 1 mil, a taxa chegou a 7,65%. Nos residenciais da mesma faixa, o índice foi de 6,13%.

Na divisão por tipo de imóvel, os comerciais passaram de 4,17% para 4,22%. Entre as casas, a taxa subiu de 3,29% para 3,30%. Nos apartamentos, houve recuo de 2,14% para 2,13%.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.