Arthur Elias, treinador da seleção feminina do Brasil, relembrou o início da carreira e o período em que, segundo ele, pagava para trabalhar no futebol. Entre as memórias resgatadas está a venda de quibes para ajudar a custear uma equipe.
A lembrança mostra uma fase anterior à função que ele ocupa atualmente no futebol feminino brasileiro. O treinador associou aquele momento às dificuldades para manter o trabalho e viabilizar a equipe, que dependia de iniciativas como a venda de alimentos.
Ao recordar essa trajetória, Arthur Elias também celebrou o que chamou de nova era do futebol feminino. A avaliação aparece acompanhada de um pedido de humildade às novas gerações do esporte.
A fala do treinador reúne, portanto, dois momentos. De um lado, o começo da carreira, marcado pela necessidade de pagar para trabalhar e buscar recursos para uma equipe. Do outro, o cenário atual, em que ele comanda a seleção feminina do Brasil e destaca a transformação do futebol feminino.
A trajetória foi apresentada a partir dessas memórias pessoais, sem outros detalhes sobre a equipe envolvida ou sobre o período em que a venda de quibes ocorreu. O treinador, no entanto, destacou a distância entre aquela etapa inicial e a posição que ocupa hoje.
A lembrança sobre o trabalho custeado pelo próprio treinador e sobre a venda de quibes serve como registro das dificuldades enfrentadas no começo da carreira. Ao mesmo tempo, a defesa da humildade indica a preocupação de Arthur Elias com a postura das novas gerações diante da fase atual do futebol feminino.



