SÃO PAULO — A Conmebol renovou o contrato com a Amstel, cerveja oficial das competições organizadas pela entidade. O anúncio foi feito na noite da última quarta-feira (31), durante um evento na zona sul de São Paulo. O novo prazo da parceria, que já dura dez anos, não foi informado.
Juan Emilio Roa, diretor comercial da Conmebol, participou do encontro e afirmou que as empresas discutiram novas ações ligadas ao futebol. “O futebol é a paixão sul-americana, temos que aproveitar”, declarou.
O evento também reuniu os ex-jogadores Diego Lugano, Carlos Germano, Chicão e Rosana Augusto. Lugano e Chicão falaram sobre os fatores que consideram importantes para conquistar a Libertadores. O uruguaio venceu o torneio em 2005, pelo São Paulo, enquanto Chicão foi campeão em 2012, pelo Corinthians. Os dois eram titulares de suas equipes.
Chicão destacou a união do grupo e a necessidade de os jogadores atingirem um momento em que passem a confiar na própria capacidade de superar dificuldades. Ao lembrar a campanha corintiana, citou a defesa de Cássio contra o Vasco como um episódio decisivo. Depois, a equipe enfrentou o Santos, de Neymar e Ganso, e venceu o Boca Juniors na final.
Lugano ressaltou a importância de uma mentalidade voltada para títulos e da disposição para fazer sacrifícios em busca dos objetivos. Para ele, essa mudança pode ser percebida nas conversas entre os jogadores e no ambiente do vestiário.
Estratégia da Amstel
A América do Sul tem papel central no plano de crescimento da Amstel. O Brasil é o maior mercado da marca no mundo e responde por cerca de 51% do volume global e aproximadamente 65% das vendas nas Américas. A empresa também registra crescimento no Equador, na Argentina e no Paraguai.
Alexandre Carreteiro, presidente da Heineken para as Américas, afirmou que o futebol aproxima os países da região e representa mais do que os 90 minutos de uma partida: envolve paixão, conexão e momentos compartilhados.



