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Corinthians afirma que denúncia contra Osmar Stabile ainda será analisada pela Justiça

Clube diz que contratação de segurança ocorreu por risco ao presidente e familiares e afirma que valores são compatíveis com o mercado.

Corinthians afirma que denúncia contra Osmar Stabile ainda será analisada pela Justiça
Foto: Osmar Stabile, presidente do Corinthians Rodrigo Coca/Agência Corinthians

O Corinthians divulgou uma nota nesta segunda-feira (15) sobre a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra o presidente Osmar Stabile por suposta apropriação indébita. O clube afirmou que a acusação ainda será analisada pela Justiça e não representa condenação nem comprovação de responsabilidade criminal.

Na manifestação, o Corinthians explicou que contratou uma empresa de segurança após identificar riscos à integridade de Stabile e de seus familiares. A medida, segundo o clube, foi tomada de forma urgente porque o presidente assumiu o cargo depois do impeachment de Augusto Melo e não teve um período padrão de transição eleitoral.

O clube também declarou que os valores pagos à empresa são compatíveis com os praticados no mercado para serviços de proteção com natureza, abrangência e complexidade equivalentes. A instituição afirmou que a contratação tinha escopo mais amplo do que os serviços prestados anteriormente por profissionais de segurança em caráter particular e pagos com recursos pessoais do presidente.

Investigação do Ministério Público

Os pagamentos foram destinados à Bear Security, empresa contratada para proteger Stabile e pessoas próximas a ele. O inquérito começou após alertas feitos por associados do Corinthians. Desde então, o Ministério Público reuniu documentos e outros elementos sobre a contratação.

Entre as evidências citadas pelo promotor Cássio Conserino estão documentos fiscais dos pagamentos feitos à empresa. A investigação também reúne declarações de Osmar Stabile sobre a utilização de um serviço de segurança VIP, além de imagens e registros de agentes acompanhando familiares do presidente em compromissos particulares.

A denúncia aponta ainda indícios de que a Bear Security operava sem o devido registro na Polícia Federal. Essa situação integra os elementos apresentados pelo Ministério Público à Justiça.

Diante das suspeitas, o promotor pediu o bloqueio de bens de Osmar Stabile no valor de R$ 721 mil. O Corinthians disse que vai cooperar com as autoridades, fornecendo documentos e esclarecimentos necessários para a apuração dos fatos.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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