MPRJ apura patrimônio de empresas ligadas a candidato ao governo do Rio
Investigação sigilosa envolve empresas de Douglas Ruas e suspeitas de crimes como peculato, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações.
Investigação sigilosa envolve empresas de Douglas Ruas e suspeitas de crimes como peculato, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações.
Inquérito apura aumento de 47,3% nos vínculos e crescimento de 90,7% nos gastos mensais entre janeiro de 2023 e março de 2026.
Candidato do PL é alvo de apurações sobre relações políticas, negócios privados e contratos públicos no Rio de Janeiro.
Homem perdeu a visão após consumir vodca adulterada; investigação apontou metanol em oito garrafas apreendidas no estabelecimento.
Decisão liminar determinou a exclusão de conteúdos considerados ofensivos contra Susana Lacerda, da 4ª Promotoria de Justiça de Londrina.
Antonio Carlos Freixo Jr também transferiu R$ 940 mil para uma empresa citada em investigação sobre desvios no Corinthians.
Duas promotorias pediram informações à Prefeitura de São Paulo sobre licenciamento, vistorias e situação dos imóveis atingidos.
Ministério Público de São Paulo aponta uso de holdings e empresas de fachada em transações ligadas à compra da Terrana e à ocultação de patrimônio.
Promotor afirma ter sido empurrado por advogado, que nega agressão e diz que a queda foi simulada durante o julgamento.
Advogado entregou documentos ao Ministério Público e afirma que o De Paula era responsável pela execução técnica das operações.
Ministério Público também aponta participação de dois PMs, expulsos da corporação, na execução ocorrida em Piratininga.
Relatórios foram enviados ao Ministério Público e citam possíveis falhas em licitações, sobrepreço e eventual dano aos cofres públicos.
Ofício aponta possíveis conflitos com a Constituição e solicita ação direta de inconstitucionalidade contra trechos do Programa Escudo Feminino.
Dez dos 16 alvos de prisão foram detidos; Milton Leite e Paulo Sirqueira Korek Farias estão entre os seis foragidos.
Empresa informou à SPTrans que cumpriu a exigência da Prefeitura de São Paulo para evitar uma intervenção administrativa.
André Weiss, dois auditores fiscais e um advogado foram denunciados por crimes ligados a um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro.
Operação do Ministério Público de São Paulo investiga 12 das 22 empresas que atuam no transporte coletivo da capital.
Ex-procurador Marcelo Lopes da Silva foi preso novamente após análise de mensagens apontar possíveis interferências em documentos e contratos do órgão.
Filipe Barros chamou Susana Lacerda de “desequilibrada” após ela encaminhar notícia-crime contra ele à Procuradoria-Geral da República.
Raimunda Veras Magalhães é suspeita de movimentar recursos ligados ao jogo do bicho e ao grupo de Adriano da Nóbrega.