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Esportes

Lula questiona salário e custos previstos em contrato de jogador do Corinthians

Presidente citou vencimentos de R$ 6 milhões e aluguel de R$ 250 mil ao criticar gastos e apostas no futebol.

Lula questiona salário e custos previstos em contrato de jogador do Corinthians

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou os salários pagos por clubes de futebol e citou o Corinthians durante um discurso na capital de Alagoas. Sem mencionar Memphis Depay, camisa 10 da equipe, Lula questionou os vencimentos do atacante e despesas previstas no antigo contrato.

O presidente afirmou que o jogador recebia cerca de R$ 6 milhões por mês e questionou o fato de, segundo ele, Memphis não marcar gols. Lula também mencionou o pagamento de R$ 250 mil mensais para a moradia do atleta em um hotel, valor previsto em uma cláusula do contrato anterior.

Durante a fala, Lula ainda criticou os salários na Série B e afirmou que há jogadores da competição que recebem mais de R$ 200 mil. Ao comentar o caso do Corinthians, usou termos de baixo calão para questionar os gastos relacionados ao atacante.

O presidente também falou sobre a relação entre clubes e casas de apostas. Lula disse que pretende combater o vício em jogos e criticou a utilização do dinheiro dos torcedores para financiar os salários dos jogadores.

Clubes defendem mercado regulado

O Corinthians está entre os clubes que se manifestaram a favor da manutenção do mercado regulado de apostas esportivas no Brasil. Em 18 de setembro, o clube assinou, com Remo, Mirassol, Chapecoense, Athletico, Bahia, Coritiba, Grêmio, Internacional, RB Bragantino, Vitória e Atlético-MG, um manifesto conjunto sobre o tema.

Dirigentes de alguns dos principais clubes do país afirmam que uma eventual proibição poderia reduzir imediatamente os investimentos das empresas de apostas no futebol. As bets movimentam mais de R$ 1 bilhão por ano em patrocínios aos clubes da Série A do Brasileirão.

O manifesto diz que esse dinheiro também chega a equipes de menor porte, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. O documento afirma que, especialmente para agremiações do interior, não há atualmente outro segmento econômico capaz de substituir de imediato esse investimento.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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