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Regulador inglês admite venda forçada do Manchester City em caso de irregularidades

IFR diz que pode avaliar a permanência dos donos do clube, mas aguardará o fim do recurso na Premier League.

Regulador inglês admite venda forçada do Manchester City em caso de irregularidades

O Regulador Independente do Futebol (IFR) afirmou nesta quarta-feira (30) que pode obrigar os proprietários do Manchester City a vender o clube caso sejam considerados incapazes de continuar no comando. A possibilidade foi mencionada após uma comissão independente da Premier League apontar a participação de dirigentes do time em um esquema de mais de R$ 6,3 bilhões para violar regras financeiras da competição.

O processo ainda está em fase de recurso. O Manchester City pretende contestar as conclusões da comissão, e o IFR informou que vai aguardar o avanço da disputa antes de adotar qualquer medida contra os donos.

Poderes do regulador

O presidente do IFR, David Kogan, confirmou que o órgão pode avaliar a permanência de proprietários, diretores e executivos. Segundo ele, as medidas poderão ser aplicadas quando houver evidências claras de irregularidades.

“A decisão da comissão independente levanta questões sérias”, afirmou Kogan. Ele também disse que o regulador usará seus poderes quando considerar necessário para proteger a sustentabilidade, a honestidade e a integridade do futebol inglês.

O Manchester City é propriedade, desde 2014, do xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, membro da família real de Abu Dhabi e vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos. Mansour também é dono do conglomerado City Football Group.

O calendário do processo estabelece 2 de outubro como prazo para a apresentação do recurso. Uma audiência poderá ocorrer entre 14 e 18 de dezembro, enquanto a decisão final da comissão está prevista para 17 de janeiro.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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