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Política

Augusto Cury propõe mudanças no STF e critica polarização política

Candidato do Avante defendeu julgamento público sobre o Banco Master e pediu esclarecimentos de Flávio Bolsonaro sobre a Operação Dark Horse.

Augusto Cury (Avante) pede que eleitores rejeitem quem estiver na ‘lista de Vorcaro’

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) defendeu mudanças na composição e no funcionamento do Supremo Tribunal Federal (STF) durante uma agenda na sede da RECORD, em São Paulo, nesta sexta-feira (11). Ele também pediu que o julgamento relacionado às investigações sobre o Banco Master seja público, aberto e televisionado.

Cury afirmou esperar que o presidente do STF, ministro Edson Fachin, e os demais integrantes da Corte levem o caso envolvendo o banco até as últimas consequências. O candidato também pediu agilidade para que o processo seja concluído antes das eleições.

Em relação aos políticos que possam aparecer em uma lista de nomes ligados ao banqueiro Daniel Vorcaro, Cury fez um apelo aos eleitores: “Quem está na lista de Vorcaro não merece o seu voto, seja quem for”.

Propostas para o Supremo

Na proposta apresentada por Cury, dois terços dos ministros do STF seriam magistrados de carreira. Representantes do Ministério Público e da advocacia completariam a composição. Ele também criticou a duração dos mandatos atuais e defendeu que ministros ingressem com 50 anos e permaneçam por oito anos.

O candidato ainda propôs o fim da reeleição para presidentes, mecanismo que, segundo ele, “flerta com o comunismo”.

Sobre a Operação Dark Horse, Cury disse que o deputado federal e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) precisa prestar mais esclarecimentos. Ele defendeu a punição de todos os envolvidos, “doa a quem doer”, e questionou a experiência profissional do adversário.

Cury avaliou que, em um eventual segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro, o petista “trucidaria” o rival. Para ele, esse seria o cenário desejado por Lula, enquanto sua própria candidatura representaria o oposto.

Críticas à polarização

O candidato do Avante criticou a concentração do debate político nas disputas envolvendo Lula, Flávio Bolsonaro e a crise no STF. Em uma publicação nas redes sociais, afirmou que o Brasil está sendo governado por um celular apreendido, em referência às mensagens contidas no aparelho de Daniel Vorcaro.

Cury disse que temas como os feminicídios e a situação de jovens fora do mercado de trabalho e da escola estão sendo deixados de lado. Ele citou que uma mulher é morta pelos parceiros ou maridos a cada cinco ou seis horas e mencionou a existência de 6,7 milhões de jovens que não trabalham nem estudam.

Entre outras propostas, o candidato defendeu o fortalecimento das micro e pequenas empresas, com a meta de que o Brasil chegue a pelo menos 10 milhões de microempresas nos próximos anos. Também sugeriu dividir o BNDES em duas instituições: uma voltada a pequenos e microempresários e outra dedicada a grandes empresas.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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