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Política

Daniel Vilela descarta atraso de salários e defende equilíbrio fiscal em Goiás

Governador afirma que o Estado mantém pagamentos em dia e tem recursos para investimentos; classificação fiscal B+ foi mantida em 2026.

Daniel Vilela descarta atraso de salários e defende equilíbrio fiscal em Goiás

O governador e candidato à reeleição Daniel Vilela (MDB) rejeitou, nesta sexta-feira (4), a possibilidade de atraso nos salários dos servidores de Goiás. Em sabatina, ele afirmou que o Estado mantém em dia os pagamentos a fornecedores e da dívida, além de ter recursos para as obras e investimentos previstos.

Daniel também contestou críticas de adversários sobre a situação fiscal de Goiás e citou a Capacidade de Pagamento (Capag) como indicador das contas estaduais. O Estado tinha nota C em 2018, passou para B+ e recebeu nota A no indicador de liquidez. A classificação B+ foi mantida em 2026.

O governador disse que o Estado recorreu ao Tesouro Nacional por considerar que deveria receber a nota máxima. Para Daniel, a avaliação atual representa o reconhecimento da situação fiscal de Goiás pelo órgão vinculado ao Governo Federal. “B+ é o reconhecimento do Tesouro Nacional”, afirmou.

Comparação com 2018

Dados do governo apontam que Goiás tinha, em 2018, cerca de R$ 6 bilhões em dívidas de curto prazo, R$ 11 milhões na Conta Única do Tesouro e 4,5 mil fornecedores com pagamentos pendentes. Naquele ano, a insuficiência para cobrir obrigações passou de R$ 3,4 bilhões, enquanto aproximadamente R$ 1,9 bilhão em despesas com pessoal ficou para a gestão seguinte. A Capag era C, e o Estado registrava a pior situação de liquidez do país.

Ao fim de 2025, Goiás tinha cerca de R$ 9,1 bilhões em caixa líquido, já descontada a reserva para obrigações. A parcela da Receita Corrente Líquida destinada a despesas com pessoal caiu de 52,79% em 2018 para 39,96%. A relação entre a Dívida Consolidada e a Receita Corrente Líquida, que estava em cerca de 93% em 2018, tem projeção de 61,8% para 2026. Desde a reorganização das contas, o Estado pagou R$ 5,5 bilhões em dívidas.

Questionado sobre a possibilidade de os salários voltarem a atrasar nos próximos meses, Daniel classificou o cenário como “descartada”. Ele afirmou que os contratos de obras têm recursos em caixa e que os fornecedores recebem após a medição e a emissão da nota fiscal.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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