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Política

Flávio Bolsonaro contesta aumento de 15% no Bolsa Família durante eleição

Candidato chamou o reajuste anunciado pelo governo Lula de ilegal e proibido por ocorrer a 17 dias do 1º turno.

Flávio Bolsonaro contesta aumento de 15% no Bolsa Família durante eleição

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira, 17, que o reajuste de 15% do Bolsa Família anunciado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é ilegal e proibido por ter sido feito durante o período eleitoral. O 1º turno ocorre daqui a 17 dias.

A declaração foi feita durante um comício em Vitória da Conquista (BA). Flávio Bolsonaro disse que o aumento seria uma promessa de campanha e acusou Lula de agir por desespero. “Ele acha que vai enganar alguém com o reajuste do Bolsa Família”, afirmou.

Valores do benefício

O governo anunciou que o reajuste começa em outubro. O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, informou que a medida terá custo de R$ 5,8 bilhões neste ano e de R$ 22 bilhões em 2027. De acordo com o ministro, os valores serão absorvidos pelo espaço fiscal existente nos dois exercícios.

Com a correção linear dos benefícios, o pagamento mínimo passará de R$ 600 para R$ 691. A média recebida pelos beneficiários subirá de R$ 691 para R$ 777.

Moretti justificou a medida com base na previsão legal de reajuste pela inflação. Segundo ele, o INPC acumulado desde o início do programa até agosto foi de 15,04%.

Referência a 2022

Durante o discurso, Flávio também mencionou que, em 2022, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) elevou de R$ 400 para R$ 600 o valor do Auxílio Brasil, nome adotado pelo Bolsa Família naquele período. O aumento ocorreu a 100 dias do primeiro turno.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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