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Paes diz que priorizará Salgueiro e promete 20 mil vagas prisionais

Candidato ao governo do Rio também criticou a falta de permanência das forças de segurança após operação no Alemão e na Penha.

Paes diz que priorizará Salgueiro e promete 20 mil vagas prisionais
Foto: Jéssica Araújo/g1

O candidato ao governo do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD) afirmou nesta quarta-feira (16) que, se for eleito, vai priorizar a retomada de territórios no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo. Ele também prometeu abrir 20 mil vagas no sistema prisional e construir presídios de segurança máxima.

Paes disse que a escolha do Salgueiro é técnica, e não política. Como justificativa, afirmou que uma parcela significativa dos moradores de São Gonçalo vive sob domínio do crime organizado. O candidato classificou o complexo como estratégico por estar entre a Baía de Guanabara e a BR-101.

“Quando você tem uma cidade em que metade das pessoas vive sob o jugo do crime organizado, ela é uma ação fundamental”, afirmou.

Segundo Paes, a definição de São Gonçalo como prioridade não impediria ações em outras regiões. Ele citou os complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio, além do Chapadão e da área da Estrada de Madureira, em Nova Iguaçu.

Crítica à operação

Ao comentar a megaoperação realizada nos complexos do Alemão e da Penha em 2025, o candidato disse que a ação não alcançou o resultado esperado porque as forças de segurança não permaneceram nas comunidades depois dos confrontos.

Paes afirmou que policiais que reagiram em legítima defesa a criminosos armados com fuzis atuaram dentro da lei. Na avaliação dele, porém, faltou planejamento para manter a presença do Estado após a operação. “No dia seguinte? Nada. Ou seja, tudo estava como dantes no quartel de Abrantes. Não havia plano nenhum”, disse.

Propostas para segurança

O candidato também propôs criar o Sistema Único de Segurança Fluminense, com participação das forças municipais no combate a roubos e furtos e no policiamento ostensivo. A proposta prevê definir as atribuições de cada força para evitar sobreposição de funções.

Paes afirmou que os municípios teriam atuação nessas áreas, enquanto caberia à Polícia Militar uma função a ser estabelecida dentro da divisão de responsabilidades. Ele disse que a organização seria necessária para impedir conflitos entre as forças de segurança.

Ao anunciar as vagas prisionais, Paes defendeu a construção de unidades de segurança máxima e criticou a estrutura que, segundo ele, existia no governo do PL do Rio de Janeiro.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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