O segundo edital nacional do IDOR Ciência Pioneira recebeu 268 propostas de cientistas que estão consolidando a carreira independente. Após uma primeira avaliação anônima e entrevistas com os pré-selecionados, oito pesquisadores foram escolhidos para receber financiamento. Outras 36 propostas chegaram à segunda fase.
Pesquisa e apoio
Cada selecionado terá R$ 480 mil para desenvolver o projeto ao longo de três anos. O pacote também inclui acesso a laboratórios, treinamentos e eventos de capacitação promovidos pela iniciativa filantrópica.
Os trabalhos abrangem ciências da saúde, ciências biomédicas e áreas de contato com as ciências exatas. Entre os temas estão fatores que impactam a incidência de câncer, sinais emitidos por músculos que podem proteger neurônios e mecanismos relacionados a doenças neurodegenerativas.
A avaliação foi feita por um comitê formado por 35 especialistas de nove países. O IDOR Ciência Pioneira informou que a chamada amplia o apoio à chamada ciência disruptiva ou de fronteira, voltada a questões científicas ainda pouco exploradas e com potencial de gerar grandes transformações.
“Com o Edital Nacional Ciência Pioneira, demos mais um passo no apoio à ciência de fronteira no Brasil”, afirma Sergio Ferreira, diretor científico do IDOR Ciência Pioneira. Segundo ele, o programa oferece condições para que jovens pesquisadores desenvolvam projetos originais e investiguem perguntas científicas ambiciosas.
Criada em 2021, a iniciativa terá apoio complementar da FAPERJ (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro) para pesquisadores do estado. O investimento total anunciado para os oito projetos é de R$ 3,8 milhões.




