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Saúde

Oswaldo Cruz informa queda de 48% nas emissões de gases de efeito estufa

Inventário de 2025 aponta reduções nos três escopos e levou o hospital ao Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol.

Oswaldo Cruz informa queda de 48% nas emissões de gases de efeito estufa

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz registrou uma redução de cerca de 48% nas emissões de gases de efeito estufa contabilizadas em 2025, na comparação com 2024. A queda considera os três escopos previstos no inventário da instituição.

No Escopo 1, que reúne as emissões geradas diretamente pelas atividades do hospital, a redução foi de aproximadamente 44%. O Escopo 2, ligado à aquisição de energia elétrica, teve queda de cerca de 27%. Já o Escopo 3, formado por outras emissões indiretas relacionadas à atividade da instituição, recuou aproximadamente 59%.

Entre as emissões diretas, as fugitivas foram apontadas como a principal fonte. Elas estão associadas a processos e atividades que, no caso do hospital, envolvem principalmente fluidos usados em sistemas de ar-condicionado e gases anestésicos. Em 2025, essa categoria representou cerca de 79% das emissões diretas e teve redução aproximada de 49% em relação a 2024.

Uma das ações relacionadas ao resultado foi a eliminação do uso do óxido nitroso como anestésico. A medida contribuiu para diminuir as emissões associadas a essa fonte entre 2024 e 2025.

Verificação dos dados

O hospital está no segundo ciclo de participação no Programa Brasileiro GHG Protocol e avançou do Selo Prata para o Selo Ouro. Além da publicação do inventário completo, os dados de 2025 passaram por verificação independente da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Maria Carolina Lourenço Gomes, diretora-executiva de Pessoas, Sustentabilidade e Responsabilidade Social do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, afirmou que o processo teve mais rigor no levantamento, na análise e na validação das informações usadas para contabilizar as emissões.

Criado em 2008, o Programa Brasileiro GHG Protocol promove a medição e a divulgação voluntária das emissões de gases de efeito estufa por organizações brasileiras. O programa também contribui para padronizar e dar transparência às informações sobre gestão climática. O método é considerado o padrão de contabilização de emissões corporativas mais utilizado internacionalmente.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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