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Saúde

Siemens inaugura fábrica de sensores para tomografia na Alemanha

Unidade em Forchheim produzirá sensores de telureto de cádmio para tomógrafos de contagem de fótons.

Siemens inaugura fábrica de sensores para tomografia na Alemanha

A Siemens Healthineers inaugurou uma fábrica de semicondutores em sua unidade de Forchheim, na Alemanha. A instalação é a única desse tipo na Europa e produzirá sensores à base de telureto de cádmio (CdTe) para equipamentos de raios X.

Os sensores serão usados em tomógrafos computadorizados de contagem de fótons. A tecnologia permite obter imagens mais nítidas e pode reduzir a dose de radiação. A nova fábrica tem cerca de 9.500 metros quadrados de área útil e recebeu aproximadamente 100 milhões de euros em investimentos para construção e equipamentos. A empresa também prevê mais de 100 novos empregos.

A cerimônia de inauguração reuniu aproximadamente 300 convidados, entre representantes públicos e do setor de saúde, parceiros do projeto e funcionários. As obras começaram em 2023 e foram concluídas.

Produção de cristais

A demanda por tomógrafos de contagem de fótons vem crescendo, enquanto a unidade da Siemens Healthineers no Japão chegou ao limite de sua capacidade. Em Forchheim, a empresa passou a concentrar todas as etapas de fabricação dos sensores, incluindo a produção dos cristais usados nos componentes.

O processo começa com o revestimento de grafite em peças de quartzo e passa pela formação de sementes, policristais e pelo crescimento controlado dos cristais. O cádmio e o telúrio só se ligam de forma permanente a cerca de 1.100 graus Celsius. A conversão do composto em um monocristal leva aproximadamente dez semanas.

Depois, os cristais são cortados e polidos com precisão submilimétrica. Em seguida, uma estrutura de pixels é aplicada por litografia em uma sala limpa. Os sensores são instalados nos tomógrafos fabricados pela empresa.

Medidas ambientais

A Siemens Healthineers informou que investiu milhões de euros em sistemas específicos para tratar emissões atmosféricas e águas residuais. O edifício recebeu a certificação LEED Platinum e opera com neutralidade de carbono.

O calor gerado pela produção é reaproveitado no aquecimento do prédio. No telhado, um sistema fotovoltaico de 170 kWp produz eletricidade renovável. O projeto também inclui pavimentação de cores claras, áreas de sombra e plantas nativas, medidas destinadas a reduzir o aquecimento e favorecer a biodiversidade local. A iluminação externa foi reduzida para diminuir a poluição luminosa e preservar a fauna noturna.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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