Caiado considera reforçar campanha em Goiás nas semanas finais
Candidato à Presidência mantém agenda nacional, mas avalia ampliar presença no estado para apoiar aliados na disputa local.
Candidato à Presidência mantém agenda nacional, mas avalia ampliar presença no estado para apoiar aliados na disputa local.
Em debate do Flow, candidato disse que enfrentou a posição federal e ampliou a vacinação em Goiás.
Presidenciável do PSD participa de compromissos com o governador e candidato à reeleição e com Gracinha Caiado.
Candidato do PSD afirma que reduzirá gastos, revisará benefícios e buscará inflação entre 3,5% e 4% se for eleito.
Candidatos participam de mobilizações em Buriti Alegre e Morrinhos nesta terça-feira (22/9), com presença de Gracinha Caiado.
Ex-governador cita atuação de Daniel no governo e resultados em segurança pública ao defender a reeleição do atual governador.
Candidato defendeu que governadores decidam sobre câmeras corporais e apresentou propostas para presídios e integração de órgãos federais.
Candidato defende acordos entre empresas e universidades para mapear o solo e desenvolver tecnologia nacional a partir dos minerais.
Candidato do PSD afirmou ter autonomia política, propôs mudanças na escolha de ministros do Supremo e criticou câmeras corporais obrigatórias.
Candidato do PSD promete reformas institucionais, aumento dos investimentos e mudanças na segurança pública caso seja eleito presidente.
Candidato à Presidência também defendeu classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.
Candidato do PSD afirma que gastos públicos devem crescer no máximo metade do avanço do PIB e critica reajuste do Bolsa Família.
Em Aparecida de Goiânia, candidato também propôs idade mínima de 60 anos para indicados ao Supremo e avaliação prévia da vida pregressa.
Candidato à Presidência também divulgou nomes cotados para Infraestrutura, Economia, Relações Exteriores e Segurança Pública.
Em entrevista, ex-governador de Goiás também mantém atuação na campanha de Daniel Vilela ao governo estadual.
Candidato do PSD também defendeu a abertura de sigilos, propôs mudanças no STF e criticou o uso obrigatório de câmeras por policiais.
Candidato do PSD voltou à agenda política após receber alta médica e defendeu que o STF autorize a investigação do ministro.
Candidato à Presidência afirmou que os conflitos durante o julgamento expuseram uma perda de rumo da Corte.
Candidato do PSD afirmou que o ex-banqueiro teria comprado os dois lados da disputa presidencial e criticou a crise no STF.
Mudança que elevou de 10 para 15 anos o prazo de isenção foi aprovada e sancionada em setembro de 2015.