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Política

Flávio Bolsonaro transforma ato na Paulista em palanque com ataques a Moraes

Senador defendeu indicar cinco ministros ao STF e apresentou propostas para segurança pública e saúde durante o ato de 7 de Setembro.

Flávio Bolsonaro transforma ato na Paulista em palanque com ataques a Moraes
Foto: Vanderlan defende afastamento de ministros do STF e diz que população pode ir às ruas

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, usou o ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista como palanque para atacar o ministro Alexandre de Moraes, exaltar o legado do pai, Jair Bolsonaro, e apresentar propostas para segurança pública e saúde. A manifestação reuniu milhares de apoiadores sob o coro de “Fora Lula, Fora Moraes”.

A mobilização foi marcada por uma combinação de discurso religioso, críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e defesa do ex-presidente. O evento também ocorreu em meio à crise no STF provocada pelo vazamento de mensagens envolvendo Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Ataques ao STF e defesa de Bolsonaro

A programação começou com a bispa Sônia Hernandes, líder da Igreja Renascer em Cristo, que conduziu o Pai Nosso. Em seguida, discursaram a candidata ao Senado Bia Kicis (PL-DF) e a economista Daniella Marques. Bia defendeu apoio ao ministro André Mendonça no embate com Moraes.

Último orador, Flávio iniciou a fala com críticas a Moraes e afirmou que pretende indicar cinco novos ministros para o STF caso seja eleito. A conta inclui uma vaga aberta e aposentadorias compulsórias previstas até o final de 2030: Cármen Lúcia, Luiz Fux e Gilmar Mendes, cuja substituição está prevista para o início de 2031. “Nós temos que proteger o STF de Alexandre de Moraes, aquela laranja podre. O Supremo não é Alexandre de Moraes”, afirmou.

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) defendeu a prisão do ministro, enquanto o pastor Silas Malafaia, organizador do ato, chamou Moraes de “ditador da toga”. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, evitou ataques nominais e cobrou uma resposta conjunta da Corte para investigar as denúncias.

Flávio também relembrou o atentado a faca sofrido por Jair Bolsonaro em Juiz de Fora, em 6 de setembro de 2018, e comparou os desdobramentos dos atos de 8 de janeiro a um novo atentado contra o ex-presidente. Ele disse ainda que usa colete à prova de balas por considerar que cumpre uma missão sob risco de vida.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, associou a liberdade de Jair Bolsonaro ao resultado das eleições de 2026. Segundo ele, o ex-presidente permanecerá preso por mais 10 anos se Flávio não for eleito e estará com o grupo no dia seguinte caso o senador vença.

Propostas para segurança e saúde

Na parte final do discurso, Flávio apresentou diretrizes para um plano de governo. Na segurança pública, propôs uma “guerra” contra o PCC e o Comando Vermelho, com a classificação formal das facções como organizações narcoterroristas.

Na saúde, prometeu reestruturar o Sistema Único de Saúde (SUS) com critérios de excelência da iniciativa privada. “A saúde pública vai ser padrão Einstein. O nosso SUS vai ser padrão Einstein com nosso ministro”, declarou.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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