Curitiba, Sábado, 3 de outubro de 2026
Curitiba 11°C 11° / 21° Mega-Sena 3065: 8 · 10 · 30 · 38 · 50 · 53
O que acontece aqui, primeiro
Saúde

Candidatos trocam acusações sobre saúde, segurança e atuação no Congresso em Goiás

Debate teve propostas para combater feminicídios, críticas ao atendimento do SUS e confronto entre Daniel Vilela e Wilder Morais.

Candidatos trocam acusações sobre saúde, segurança e atuação no Congresso em Goiás

A atuação de Wilder Morais (PL) no Congresso Nacional provocou o principal confronto do debate entre candidatos ao governo de Goiás. No bloco final, Daniel Vilela (MDB) questionou a posição do adversário em pautas do bolsonarismo e mencionou a ausência dele na votação sobre a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Wilder afirmou que não participou da votação porque a discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) demorou, enquanto a análise no plenário ocorreu rapidamente. “Durou sete minutos só no plenário, não cheguei a tempo”, justificou o senador.

Segurança e feminicídios

A segurança pública abriu o debate, quando Wilder perguntou a Marconi Perillo (PSDB) sobre o tema. O ex-governador concentrou a resposta no aumento dos feminicídios em Goiás e prometeu uma política de tolerância zero, com medidas mais rígidas, reforço das Patrulhas Maria da Penha e das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deams).

Perillo também citou a ampliação do efetivo policial por meio do estímulo ao retorno de veteranos à ativa e de novo concurso público. Wilder atribuiu a Ana Paula Rezende (PL), vice de sua chapa, a condução das políticas de defesa das mulheres.

O tema voltou durante a participação de Luis Cesar Bueno (PT). Daniel Vilela responsabilizou governos petistas pelo aumento dos feminicídios e relacionou o cenário ao avanço de facções criminosas como PCC e Comando Vermelho. Bueno afirmou que as mulheres são excluídas do governo e associou a alta dos crimes contra elas à falta de Deams.

Vilela disse ter sete mulheres no secretariado e afirmou que, se eleito, vai liderar uma rede estadual de proteção.

Saúde e troca de acusações

Wilder também criticou problemas no atendimento do SUS e perguntou a Daniel Vilela quando ele resolveria a situação, argumentando que o governador já tem autoridade para agir. Na resposta, Vilela disse que o senador está no cargo há dez anos e que os goianos conhecem pouco de sua atuação no Congresso.

O governador ainda citou a ausência de Wilder na votação sobre Jorge Messias e lembrou que o adversário, em um mandato anterior, sediou em uma embarcação uma reunião de senadores favoráveis à aprovação de Alexandre de Moraes para o Supremo.

Ao retomar a saúde, Wilder afirmou ter enviado recursos por emendas parlamentares para equipar hospitais. Vilela respondeu que não viu esses recursos e disse que os hospitais estaduais mais recentes foram equipados com verbas do Tesouro Estadual.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.