O Bank of America elevou de 7.100 para 7.400 pontos a meta para o S&P 500 no fim do ano, conforme relatório do banco. Para os próximos 12 meses, a projeção é de 7.800 pontos, o que representaria alta de 2% em relação aos níveis atuais.
A estrategista Savita Subramanian avaliou que esse avanço não representa um resultado expressivo. “Nossa meta de 12 meses de 7.800 não é nada para se vangloriar”, escreveu.
O banco estima que os lucros das empresas que compõem o S&P 500 cresçam 33% em 2026 e 12% em 2027. Na alocação, o relatório demonstra preferência por ações de grande capitalização de valor, segmentos de pequenas e médias empresas e pelo índice de peso igual ao S&P 500 ponderado por capitalização.
Riscos apontados
Entre os pontos de atenção estão a inflação, a trajetória dos juros do Federal Reserve (Fed), a qualidade dos lucros e as condições do crédito. O relatório também compara o cenário atual à década de 1970.
Naquele período, segundo o Bank of America, o risco de aceleração da inflação, a fraqueza do dólar e as altas de juros do Fed ocorreram ao mesmo tempo que uma queda de mais de 40% nas ações.



