Dólar fecha a R$ 5,2265 em meio à tensão externa e cautela eleitoral
Moeda subiu 0,86% e atingiu o maior valor de fechamento desde 30 de março, pressionada pelo cenário internacional.
Moeda subiu 0,86% e atingiu o maior valor de fechamento desde 30 de março, pressionada pelo cenário internacional.
Criptomoeda é negociada a US$ 83.968,00, enquanto ETFs acumulam entradas líquidas de mais de US$ 2,8 bilhões em seis dias.
Dólar mais forte e a expectativa de juros maiores pressionam o desempenho semanal do metal.
Dólar avançou 0,49%, fechou a R$ 5,1937 e voltou a acumular alta em setembro, após dois dias de ganhos.
Investidores acompanham o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, além das decisões do Fed e do movimento dos Treasuries.
Selic caiu para 13,75%, enquanto o Fed elevou os juros para entre 3,75% e 4%; petróleo e outros fatores sustentam o interesse externo.
Moeda americana avançou 0,10% nesta sexta-feira (18), após o Federal Reserve elevar os juros nos Estados Unidos.
Mercado deve reagir ao corte da Selic, à alta dos juros americanos, à queda do petróleo e a novos indicadores econômicos.
Mercados acompanharam a alta dos juros nos Estados Unidos, enquanto a queda do petróleo ajudou a sustentar parte das bolsas da região.
Moeda norte-americana encerrou o dia a R$ 5,1514, enquanto mercado acompanhou decisões sobre juros nos Estados Unidos e no Brasil.
Índice voltou aos 185 mil pontos pressionado pela Petrobras e por declarações do presidente do Federal Reserve sobre a inflação.
Banco central dos EUA aumentou a taxa em 0,25 ponto porcentual e passou a prever juros de 4,1% ao fim de 2026.
Estoques maiores nos EUA aliviaram parte das preocupações com a oferta, enquanto investidores aguardam os juros americanos.
Mercados subiram enquanto investidores aguardavam a decisão de juros do Federal Reserve e acompanhavam a queda do petróleo.
Copom tende a reduzir a Selic, enquanto Fed pode elevar os juros; comunicados serão decisivos para o mercado.
Copom deve reduzir a Selic, enquanto o Fed pode elevar os juros; dados econômicos também estão no radar dos investidores.
Bitcoin caiu 4,10% nesta terça-feira, enquanto investidores aguardam a decisão do Fed e acompanham o impasse sobre o Clarity Act.
Banco projeta o índice em 7.400 pontos no fim do ano e aponta riscos ligados à inflação, ao Fed, aos lucros e ao crédito.
Dow Jones cai 0,93% enquanto investidores acompanham o avanço do petróleo e aguardam a decisão de juros do Federal Reserve.
Futuros de Nova York recuam antes da decisão do Fed, enquanto petróleo, dólar e rendimentos dos Treasuries avançam.