Curitiba, Sábado, 3 de outubro de 2026
Curitiba 11°C 11° / 21° Mega-Sena 3065: 8 · 10 · 30 · 38 · 50 · 53
O que acontece aqui, primeiro
Economia

Dólar fecha a R$ 5,2170 após oscilar durante o pregão

Moeda norte-americana recuou 0,18% no dia, mas acumula alta de 0,71% em setembro.

Dólar fecha a R$ 5,2170 após oscilar durante o pregão

O dólar à vista terminou o pregão em queda de 0,18%, cotado a R$ 5,2170, depois de alternar entre altas e baixas ao longo da tarde. A moeda chegou a cair abaixo de R$ 5,20 pela manhã, com mínima de R$ 5,1975, mas alcançou R$ 5,2416 no início da tarde, acompanhando o movimento no exterior.

A recuperação do real ocorreu enquanto desaceleravam a alta do dólar e o retorno dos Treasuries de longo prazo, após declarações mais amenas de um dirigente do Federal Reserve (Fed). Apesar da proximidade do primeiro turno da eleição presidencial, a formação da taxa de câmbio foi influenciada principalmente pelo cenário internacional.

Eleição e movimentos técnicos

O dólar acumula valorização de 0,71% em setembro, depois de subir 2,16% em agosto. As perdas do real no mês, contudo, são menores que as de outras moedas latino-americanas. A avaliação apresentada é que isso está ligado, em grande parte, à percepção de aumento das chances de vitória da oposição e de mudança na política fiscal.

Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora, também citou movimentos técnicos de fim de mês, como a rolagem de contratos no mercado futuro e a preparação para a disputa pela última formação da taxa Ptax de setembro. “O mercado já parece mais cauteloso à espera da eleição”, afirmou.

Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada pela manhã mostrou Luiz Inácio Lula da Silva com 45,3% das intenções de voto, contra 42,2% de Flávio Bolsonaro em uma simulação de primeiro turno. Em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece com 47,7%, enquanto Lula tem 47,6%.

Indicadores no radar

Os dados sobre a abertura de postos de trabalho em agosto e a confiança do consumidor em setembro ficaram abaixo das expectativas. O mercado aguarda o índice de preços de gastos com consumo (PCE) de agosto, considerado a medida de inflação preferida pelo Fed, e o relatório de emprego (payroll) de setembro.

Para Nicolas Gomes, especialista em câmbio da Manchester Investimentos, os próximos indicadores de inflação e atividade podem movimentar mais as curvas de juros e o dólar.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.