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Dólar termina sessão a R$5,1543 com eleições e STF no foco dos investidores

Moeda avançou 0,10% nesta terça-feira, enquanto pesquisa eleitoral e discussões no STF influenciaram as avaliações do mercado.

Dólar termina sessão a R$5,1543 com eleições e STF no foco dos investidores

O dólar à vista fechou a terça-feira (15) com alta de 0,10%, a R$5,1543, em uma sessão de pouca oscilação. Investidores acompanharam o noticiário político no Brasil, especialmente uma nova pesquisa eleitoral e a reunião de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). No acumulado do ano, a moeda norte-americana registra queda de 6,10%.

O dólar futuro para outubro, contrato mais negociado no mercado brasileiro, subia 0,15% às 17h05, cotado a R$5,1715 na B3. Durante o dia, o dólar à vista variou entre R$5,1268, baixa de 0,43%, às 9h48, e R$5,1634, alta de 0,28%, às 12h02.

A pesquisa CNT/MDA divulgada no início da sessão mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma simulação de segundo turno. Lula apareceu com 47,3% das intenções de voto, contra 40% de Flávio. A margem de erro foi de 2,2 pontos percentuais.

Levantamentos da Quaest e do Instituto Nexus divulgados na segunda-feira haviam indicado empate técnico entre os dois. No mercado de predição Polymarket, sediado nos Estados Unidos, Flávio reunia 52% das apostas de vitória, contra 45% de Lula.

STF também esteve no radar

Ministros do STF se reuniram para discutir a possível abertura de investigação contra Alexandre de Moraes no caso Master. Em manifestação entregue ao presidente da corte, Edson Fachin, Moraes negou irregularidades e afirmou ser alvo de uma investigação ilegal, com motivação político-eleitoral e de vingança. Ele relacionou a apuração ao fato de ter sido relator do processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe.

Para o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik, os investidores aguardavam a definição sobre o STF. “O mercado está de lado, ninguém quer apostar em nada”, afirmou.

O ambiente externo também contribuiu para conter as variações do câmbio. Às 17h08, o índice do dólar, que acompanha a moeda diante de uma cesta de seis divisas, subia 0,16%, a 99,645.

No começo do pregão, o Banco Central realizou dois leilões simultâneos: vendeu US$1 bilhão no mercado à vista e ofereceu 20.000 contratos de swap cambial reverso, também no valor de US$1 bilhão. No fim da manhã, a autoridade monetária vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolar o vencimento de 1º de outubro.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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