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Economia

Saúde mental entra no centro das decisões empresariais, diz Maria Homem

Psicanalista defende lideranças capazes de criar ambientes seguros diante das crises climática, institucional e tecnológica.

Saúde mental entra no centro das decisões empresariais, diz Maria Homem

A saúde mental passou a ser um fator central para a viabilidade econômica das empresas, diante de crises climáticas, institucionais e do avanço da inteligência artificial. A avaliação foi apresentada pela psicanalista Maria Homem durante passagem pela capital mineira.

Para a especialista, o modelo tradicional de comando não consegue mais sustentar as necessidades emocionais das equipes. O problema, segundo a análise, não está na falta de conhecimento técnico ou de recursos financeiros, mas na dificuldade de preservar a saúde psíquica das pessoas em um cenário de policrise.

A manutenção de metas exclusivamente quantitativas e a repressão dos afetos podem se refletir em absenteísmo, perda de talentos e esgotamento executivo. Nesse contexto, o sofrimento mental deixa de ser uma questão restrita aos bastidores das organizações e passa a integrar as decisões sobre continuidade e desempenho dos negócios.

Liderança e futuro

A discussão se relaciona aos projetos Parceiros do Futuro e Movimento Minas 2032, voltados à construção de perspectivas para o desenvolvimento de Minas. Com as máquinas assumindo tarefas técnicas, a liderança tende a ser cobrada por competências como maturidade emocional, escuta qualificada e criação de ambientes psicologicamente seguros.

Maria Homem também associou esse movimento à liderança feminina, apontada como pioneira por sua abertura histórica ao diálogo, ao autoconhecimento e à transformação da vulnerabilidade em estratégia coletiva. A participação dos homens, porém, é considerada igualmente necessária diante da dimensão do desafio.

A proposta é que as empresas avancem além do cumprimento formal de regulações e adotem uma governança humanizada. Nessa visão, o desenvolvimento de Minas dependerá menos de estruturas rígidas e mais da capacidade das lideranças de reconhecer a fragilidade humana como um ponto de partida para organizações sustentáveis e resilientes.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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