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Política

Candidatos ao governo do RN discutem saúde, previdência e repasses

Debate teve perguntas da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte sobre serviços públicos e desenvolvimento econômico.

Candidatos ao governo do RN discutem saúde, previdência e repasses

Os candidatos ao Governo do Estado discutiram repasses aos municípios, saúde pública, desenvolvimento econômico e déficit previdenciário durante o segundo bloco do debate. As perguntas foram formuladas pela Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn).

Allyson Bezerra (UNIÃO) foi questionado sobre a regularização dos repasses constitucionais e as medidas para evitar atrasos nos pagamentos aos municípios. Ex-prefeito de Mossoró, ele afirmou que pretende manter os pagamentos em dia caso seja eleito. Robério Paulino (PSOL), escolhido para comentar, também se comprometeu a não atrasar os repasses e criticou a gestão de Allyson em Mossoró.

Ao responder sobre desenvolvimento econômico, Robério defendeu a industrialização do estado e a abertura de empresas voltadas às demandas locais, com o objetivo de reduzir a dependência de produtos de outros estados. Cadu de Lula (PT) destacou o potencial da mineração e o segundo ciclo das energias renováveis. Ele também afirmou que o estado precisará se adaptar à reforma tributária, que, a partir de 2033, encerrará os incentivos fiscais mencionados pelo candidato.

Na área da saúde, Álvaro Dias (PL) defendeu a descentralização dos serviços, com consórcios intermunicipais e investimentos em hospitais regionais. Allyson disse que o estado não cumpriu o mínimo constitucional no setor no primeiro semestre deste ano e citou como propostas o fim da fila de cirurgias eletivas e a construção de um hospital municipal em Mossoró.

Cadu de Lula respondeu ainda sobre o déficit previdenciário. Ele propôs a criação de um fundo, maior contribuição dos demais poderes e previdência complementar para servidores que recebem acima do teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Álvaro Dias afirmou que deixou a Prefeitura do Natal com saldo de R$ 1 bilhão ao concluir o mandato. Ele criticou, assim como Cadu, o saque do fundo previdenciário na gestão anterior do governo estadual e disse que pretende contratar uma empresa de auditoria para avaliar a situação da previdência estadual.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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