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Carta reúne apoio a Fachin e cobra apuração sobre crise no STF

Documento assinado por ex-ministros, economistas e representantes da sociedade civil também defende reformas urgentes no Supremo.

Carta reúne apoio a Fachin e cobra apuração sobre crise no STF

Ex-ministros de Estado, economistas, empresários e representantes da sociedade civil divulgaram neste domingo (13) uma carta de apoio ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin. O documento defende as medidas adotadas por ele para preservar a autoridade da Corte e pede apuração rigorosa e imparcial das acusações divulgadas nas últimas semanas.

Os signatários afirmam que a investigação dos fatos e a responsabilização de quem eventualmente tenha violado a lei são necessárias para recuperar a confiança nas instituições e preservar a democracia. A carta também pede transparência nas investigações e na sessão plenária extraordinária marcada para o próximo dia 15 de setembro.

Entre as propostas apresentadas estão reformas institucionais no STF para fortalecer a atuação colegiada, garantir a imparcialidade dos julgamentos, prevenir conflitos de interesse, estabelecer padrões de conduta e ampliar a transparência e o controle social sobre os ministros.

O documento é assinado, entre outros, pelos ex-ministros Pedro Malan, Armínio Fraga, Miguel Reale Jr. e José Eduardo Cardozo; pelo economista Pérsio Árida; e pelo jornalista Eugênio Bucci.

Crise no Supremo

O STF enfrenta uma crise interna há cerca de duas semanas. O caso começou após a divulgação de conversas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso sob acusação de fraudes financeiras, e o ministro Alexandre de Moraes.

Em resposta, Moraes incluiu acusações contra o ministro André Mendonça no inquérito das Fake News. O relatório mencionou, em tese, possíveis condutas de improbidade administrativa, abuso de autoridade e favorecimento a grupos políticos.

Após a troca de acusações entre Mendonça e Moraes, Fachin retirou de Moraes a relatoria do inquérito das Fake News. Na terça-feira (15), o plenário extraordinário deverá analisar a abertura de uma possível investigação sobre as supostas relações entre Moraes e Vorcaro.

Também está prevista para 23 de setembro uma sessão sobre o pedido de investigação contra Mendonça. Fachin afirmou que o procedimento ainda está na fase de instrução e não reúne, neste momento, todos os elementos necessários para ser levado ao plenário.

A carta é datada de Brasília, 13 de setembro de 2026, e dirigida a Fachin na condição de presidente do Supremo Tribunal Federal.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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