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Economia

Tesouro Direto reduz taxas após decisões opostas de Brasil e EUA

IPCA+ 2032 recua para 7,61% ao ano, enquanto Prefixado 2029 fica em 13,81% após decisões sobre juros.

Tesouro Direto reduz taxas após decisões opostas de Brasil e EUA
Foto: Adobe Stock

Os títulos do Tesouro Direto operam com taxas menores nesta quinta-feira (17), após Brasil e Estados Unidos adotarem direções opostas na política monetária. O Tesouro IPCA+ 2032 recuou para 7,61% ao ano acima da inflação, enquanto o Prefixado 2029 caiu para 13,81% e o Prefixado 2032, para 14,15%.

O movimento acompanha a queda dos juros futuros no Brasil e teve apoio do cenário externo. Petróleo, rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano e dólar recuaram durante a sessão. Às 10h40, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2029 passou de 13,903% para 13,770%. O vencimento de janeiro de 2031 caiu de 14,116% para 13,990%.

Na quarta-feira (16), o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic em 0,25 ponto porcentual, para 13,75% ao ano. Foi o quinto corte consecutivo. O comunicado teve poucas mudanças e foi interpretado por parte dos analistas como menos duro, mas ainda não há consenso sobre a continuidade do ciclo de reduções.

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve elevou os juros em 0,25 ponto, para a faixa de 3,75% a 4%. Kevin Warsh, presidente da instituição, manteve o alerta sobre a inflação e sinalizou que ainda pode haver novo aumento neste ano. A decisão foi a primeira alta desde 2023.

Variação dos títulos

Na comparação com o fechamento anterior, o Prefixado 2029 passou de 13,89% para 13,81% ao ano, queda de 0,08 ponto porcentual. O Prefixado 2032 recuou de 14,30% para 14,15%, baixa de 0,15 ponto.

Entre os papéis vinculados à inflação, o IPCA+ 2032 passou de 7,66% para 7,61% ao ano, além da variação do IPCA. O IPCA+ 2040 caiu de 7,30% para 7,26%, e o IPCA+ 2050, de 7,23% para 7,19%.

O Brent recuava 1,75% pela manhã, para US$ 103,99 por barril, diante da expectativa de alguma normalização da oferta de petróleo no Oriente Médio. Nos Estados Unidos, a T-note de dez anos passou de 5,015% para 4,987%, enquanto o T-bond de 30 anos caiu de 5,354% para 5,333%.

Para quem mantém o título até o vencimento, as oscilações diárias não alteram a rentabilidade contratada na compra. Já a venda antes do prazo sujeita o investidor à marcação a mercado, com possibilidade de ganho ou perda conforme o preço do papel.

Texto produzido pela Redação Mapa do Dia com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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