Futuros de Nova York sobem com petróleo em queda antes do payroll
Investidores aguardam dados de emprego dos Estados Unidos e novos sinais do Federal Reserve sobre os juros.
Investidores aguardam dados de emprego dos Estados Unidos e novos sinais do Federal Reserve sobre os juros.
Fluxos para ETFs à vista melhoraram, enquanto rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos pressionam o ativo.
Banco mantém visão favorável para ações brasileiras, apesar da possibilidade de juros elevados por mais tempo e da alta dos juros nos EUA.
Inflação mais forte pressiona títulos de curto prazo, enquanto petróleo, dólar e juros americanos em queda aliviam vencimentos longos.
Índices futuros de Nova York avançam levemente, enquanto investidores acompanham juros nos EUA, petróleo e dados de atividade.
Ágora e Bradesco BBI apontam cautela dos investidores e destacam ações monitoradas diante de possíveis cortes de juros.
Copom cortou a Selic, Fed elevou os juros nos EUA, e investidores acompanharam riscos do El Niño, FIIs, ETFs e crédito privado.
Índices acionários dos Estados Unidos sobem antes da abertura, enquanto petróleo recua e dólar ganha força diante do iene.
Moeda encerrou a quinta-feira em queda de 0,23%, enquanto investidores avaliaram o cenário externo e os efeitos do reajuste do benefício.
Moeda norte-americana encerrou o dia a R$ 5,1514, enquanto mercado acompanhou decisões sobre juros nos Estados Unidos e no Brasil.
Índice do Banco Central caiu pelo segundo mês seguido, enquanto agropecuária e indústria tiveram retração no período.
Candidato do Avante também propôs auditoria na máquina pública, redução de gastos e queda dos juros com responsabilidade fiscal.
Banco incluiu XP, BTG Pactual, Hypera, Ecorodovias e Sabesp, além de elevar a participação de Vivara.
Fundos direcionaram R$ 53,9 bilhões para renda fixa em agosto, enquanto Bolsa teve saída estrangeira recorde no ano.
Equatorial, Axia, Motiva, Ecorodovias e Allos estão entre as empresas preferidas pelo banco em um cenário de juros menores.
Ex-ministro defendeu a abertura dos inquéritos do Banco Master antes da eleição e disse estar frustrado com a política monetária.
Títulos prefixados e atrelados à inflação avançam nesta quinta-feira, pressionados pelo petróleo e pelos rendimentos dos Treasuries.
Petróleo acima de US$ 100 e alta dos Treasuries elevam as taxas de parte dos títulos do Tesouro Direto nesta quarta-feira (9).
Boletim Focus também reduziu a estimativa de inflação para 2026, mas manteve a projeção da Selic em 13,75%.