Aluguel de imóvel rende menos que títulos públicos em simulação
Comparação considera apartamento de R$ 822 mil em São Paulo e investimentos no Tesouro Direto mantidos até o vencimento.
Comparação considera apartamento de R$ 822 mil em São Paulo e investimentos no Tesouro Direto mantidos até o vencimento.
Tesouro IPCA+ 2032 recua para 7,60% ao ano acima da inflação, enquanto o IPCA+ 2050 sobe para 7,06%.
Títulos públicos sobem nesta quinta-feira após pressão dos juros dos Estados Unidos e do petróleo, que voltou a superar US$ 100 por barril.
Tesouro IPCA+ 2032 recuou para 7,62% ao ano acima da inflação após dados mais fracos do mercado de trabalho americano.
Aplicações chegaram a R$ 15 bilhões, enquanto resgates e vencimentos somaram R$ 17,22 bilhões no mês.
Inflação mais forte pressiona títulos de curto prazo, enquanto petróleo, dólar e juros americanos em queda aliviam vencimentos longos.
Títulos públicos brasileiros acompanham a alta dos juros nos Estados Unidos e a cautela do Banco Central com a inflação de 2026.
Banco vê títulos atrelados à inflação e diversificação internacional como formas de enfrentar a incerteza eleitoral e econômica.
Títulos refletem decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, além da alta do dólar e da baixa liquidez no mercado.
IPCA+ 2032 recua para 7,61% ao ano, enquanto Prefixado 2029 fica em 13,81% após decisões sobre juros.
Tesouro IPCA+ 2032 sobe para 7,66% ao ano acima da inflação, enquanto mercado aguarda decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos.
Títulos públicos operam entre estabilidade e leve queda, enquanto investidores aguardam decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos.
Alta do petróleo e expectativas para as decisões do Copom e do Fed aumentam a cautela no mercado nesta segunda-feira (14).
Taxas dos títulos públicos caem nesta sexta-feira (11), com deflação maior que a prevista e expectativa de corte da Selic.
Taxa nominal é garantida apenas para quem mantiver o investimento até 2032; venda antecipada pode gerar perdas.
Títulos prefixados e atrelados à inflação avançam nesta quinta-feira, pressionados pelo petróleo e pelos rendimentos dos Treasuries.
Petróleo acima de US$ 100 e alta dos Treasuries elevam as taxas de parte dos títulos do Tesouro Direto nesta quarta-feira (9).
Títulos públicos tiveram queda nos juros longos, influenciada pelo cenário eleitoral, enquanto fatores externos pressionaram as taxas.
Simulações mostram quanto o prêmio renderia na poupança, no Tesouro Direto e em um CDB, já com descontos de impostos quando aplicáveis.